MENSAGEM DA CRUZ

MENSAGEM DA CRUZ
ESPAÇO LITERARIO SOBRE A MENSAGEM DA CRUZ :

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

HUPERETES SERVOS E MINISTROS DO SENHOR: REMADORES DO ÚLTIMO PORÃO!!! LIVRO BONUS POR OSWALDO DE SOUZA ESCRITOR E HISTORIADOR BÍBLICO!!!


HUPERETES OU HUPERETAS: Palavra grega que é também traduzida como ministro, com o significado de subordinação e trabalho. Huperetes era a palavra grega para designar também aquele que rema.

O que é Huperetas? A palavra grega usada é hupereta. A palavrinha esquisita significa, literalmente, "REMADOR INFERIOR" ou "REMADOR SUBORDINADO". É um termo de origem militar que servia para distinguir, numa embarcação de guerra, o soldado dos que ficavam no andar de baixo, remando sob o comando de um líder, ao som de um tambor.

Depois de muito tempo como missionário do lar saindo de casa em casa procurando um coração aberto para ouvir a pregação da palavra de Deus. Foram muitas, mas muitas idas aos hospitais consolando os doentes, nos ônibus em idas e vindas dos bairros em sua maioria carentes, logico no meu ponto de vista.

Pregando para mendigos, prostitutas e por muitos domingos dando longos sermões tendo os bancos do Parque Halfeld e esquinas do centro da cidade de Juiz de Fora e cidade circunvizinhas como púlpitos.

Propagando a palavra eterna e gloriosa nos programas de radio: Voz do semeador – O verbo vivo – Uma vida nova com Jesus – Hora da Universal – Momentos com Deus e outros em hora de enlevo espiritual... Viajando por mais de vinte anos e quase quarenta anos pregando nos púlpitos da igreja (NÃO DAS IGREJAS, POIS IGREJA É UMA SÓ O QUE MUDA SÃO AS DENOMINAÇÕES COROA DA DIVISÃO DE HOMENS LOUCOS E INSENSATOS NO SENTIDO HUMANO).

O tempo passou e sentimos que nossas forças e motivações não são as mesmas dos quarenta anos atrás. Hoje minha maior motivação e alegria, o alvo para minha vida é pesquisar e escrever como um escritor e historiador da palavra de Deus: É contar em formas de livros, mensagens, crônicas e estudos minhas experiências mínimas, mais sinceras das minhas longas e incansáveis experiências.

Estudando a origem ou etimologias das palavras encontrei a palavra: HUPERETES; Cuja palavra servo e ministro teremos em grego doulos (servos) e diakonos e leitourgos (ministros), e aqui a palavra grega é HUPERETES. Buscando o significado deste tal huperetes, fiquei conhecendo e reconhecendo esta realidade, pois HUPERETES além de declarar alguém que ajuda alguém que ministra qualquer que serve com as mãos, etc, quer dizer também remador de navios de baixa categoria.

DEFINAÇÃO DA PALAVRA: Remador de baixa categoria, o homem apto para o serviço de remador. Entrando na história, veremos uma embarcação bem rudimentar, os navios antigos ainda tinham muito dos barcos fenícios, estruturas de madeira, as velas e motores não eram utilizados...

Estes barcos antigos eram movidos pela energia humana, nas laterais das embarcações precárias existiam pequenas janelas onde eram introduzidos os remos, em muitas embarcações os remadores não eram contratados era trabalho dos escravos de guerra. Desertores, prisioneiros, condenados, etc...

Em contraste com homens hoje chamados grandes pregadores com grandes salários e honra: Estes chamados ministros na bíblia nada recebiam além da comida e da água, e isso tudo ao ritmo de um som de um tambor, chibatadas, suor, tortura. Os remadores de baixa categoria ou remadores do último porão eram para aqueles que remariam até a morte, não haveria outra oportunidade, era remar, remar, remar até morrer.

Lucas, como um contraste aos nossos dias, coloca o ministro ou servo da Palavra de Deus como um caminho de serviço sem volta, uma vez recrutado é sentenciado, e por fim, condenado a realizar esta tarefa queira ou não queira até o último suspiro de vida. Em nossos dias ser ministro é sinônimo de fama, glória e status. Tenho o costume de dizer que alguns têm pedigrees.  Outros chamados o top ou pop dos pastores.

Remador do último porão não aparece nos dias de hoje, homens antigamente mergulhados em meio à escuridão, umidade, suor, fome, remando sem ser notado, mas o barco do evangelho continua andando e se espalhando, seguindo o curso, o que importa é remar, remar, remar até morrer.

Servo e ministro remam sem parar, não busquem reconhecimento e nem gloria humana. Tenha em mente que somos mesmo é servo, escravo e não Senhor cheio de orgulho e diferenças, trabalham não param em sua caminhada, mas servem ao Deus altíssimo que a tudo reconhece. Que o Santo Espírito de Deus nestes dias venha trazer entendimento do que é servir, entregar-se até as últimas consequências sem esperar nada em troca. A DEUS SEJA A HONRA A GLORIA E O LOUVOR!!!

REMADOR DO ÚLTIMO PORÃO:

No ministério aprendemos, sim, e temos que aprender, e às vezes pelas vias áridas, a confiar, depender e deleitar-se com Cristo. E nestas escolas da vida, uma lição que nunca devemos abandonar é alimentar-se da Palavra de Deus, isso mesmo, ler a Bíblia, e lê-la diariamente como uma dependência química, ao ponto de termos síndromes de abstinência quando não a lemos. E neste "vício literário", em que faço questão de ter uma overdose diária, deparei-me com um texto no início do Evangelho de Lucas (1:1-4):

1 - Tendo, pois, muitos empreendidos pôr em ordem a narração dos fatos que entre nós se cumpriram, 2 - Segundo nos transmitiram os mesmos que os presenciaram desde o princípio e foram ministros da palavra, 3 - Pareceu-me também a mim conveniente descrevê-los a ti, ó excelentíssimo Teófilo, por sua ordem, havendo-me já informado minuciosamente de tudo desde o princípio, 4 - para que conheças a certeza das coisas de que já estás informado..

Dando uma olhadinha rápida, é Lucas, o médico, escritor e pesquisador, o mesmo que escreveu o livro de Atos dos Apóstolos, fazendo uma breve introdução às suas narrações sobre a vida e obra do Senhor Jesus Cristo.

No primeiro momento, a informação dada pelo texto, é que ele tem o objetivo de colocar em ordem, no sentido de ordem cronológica, os “fatos que entre nós se cumpriram, segundo nos transmitiram os mesmos os presenciaram desde o princípio, e foram ministros da palavra...”, entretanto, a última expressão no final deste texto (vs. 2) ministros da palavra, salta-me ao coração E MEXE COM MINHA MENTE DE PESQUISADOR!!!

NAS VERSÕES EM PORTUGUÊS: Ministros da palavra (ARC – ALMEIDA REVISTA E CORRIGIDA e ARA – ALMEIDA REVISTA E ATUALIZADA). Servos da palavra (NVI – NOVA VERSÃO INTERNACIONAL). Servos dedicados à Palavra (KJ – KING JAMES), não nos dão a ideia do que realmente o que o texto quer dizer. Como assim? Tem algo de errado no texto bíblico? Não, o texto bíblico é verdadeiro e fiel!!!

Embora a intenção seja dar este sentido de servo ou ministro da palavra, mas se comparamos com outros textos em que surge a palavra servo e ministro teremos em grego doulos (servo) e diakonos e leitourgos (ministro), e aqui a palavra grega é HUPERETES. Buscando o significado deste tal huperetes, fiquei chocado, pois huperetes além de declarar alguém que ajuda, alguém que ministra, qualquer que serve com as mãos, etc, quer dizer também REMADOR DE BAIXA CATEGORIA.

Pois bem, REMADOR DE BAIXA CATEGORIA, o cara não era apto para o serviço de remador? Nada disso, ao entrarmos na história, vemos uma engenharia bem rudimentar, os navios do primeiro século ainda tinham muito dos barcos fenícios, estruturas de madeira, as velas ainda eram pouco utilizadas, vieram mais tarde nas caravelas e galeões.

Pois bem, estes barcos antigos eram movidos pela energia humana, nas laterais das naus existiam pequenas janelas onde eram introduzidos os remos, em muitas embarcações vezes fazendo um conjunto de TRÊS ANDARES DE REMADORES, remadores estes que não ERAM CONTRATADOS ERA TRABALHO ESCRAVO. DESERTORES, PRISIONEIROS, CONDENADOS, etc...

Nada recebiam além da comida e da água, e isso tudo ao ritmo de um som de um tambor, chibatadas, suor, tortura. Os remadores de baixa categoria ou remadores do último porão eram para aqueles que remariam até a morte, não haveria outra oportunidade, era remar, remar, remar até morrer.

Lucas, como um contraste aos nossos dias, coloca o ministro ou servo da Palavra de Deus como um caminho de serviço sem volta, uma vez recrutado é sentenciado, e por fim, condenado a realizar esta tarefa queira ou não queira até o último suspiro de vida.

Em nossos dias ser ministro é sinônimo de fama, glória e status, antes o top era ser pastor, mas vieram muitos pastores, então para haver uma singular distinção entre o que é comum, vieram os apóstolos, e vieram muitos apóstolos, e continuando na mesma caminhada, para serem únicos, surgem os pais, patriarcas, pais-apóstolos, E REMADOR DO ÚLTIMO PORÃO NADA!!!

REMADOR DO ÚLTIMO PORÃO: Não aparece, está mergulhado em meio à escuridão, umidade, suor, fome, remando sem ser notado, mas o barco continua andando, seguindo o curso, o que importa é remar, remar, remar até morrer.

Servo e ministro remam sem parar, pois tem em mente que ele mesmo é servo, escravo e não Senhor que trabalham não para serem servidos, mas para servirem. Que o Espírito de Deus nestes dias venha dar-nos entendimento no que é servir, entregar-se até as últimas consequências sem esperar nada em troca.

QUE OS HOMENS NOS CONSIDEREM COMO MINISTROS DE CRISTO... 1CO 4:1:

Parece que todos desejam ser reconhecidos como ministros. Até ministro de louvor inventaram, para aquele que canta não seja apenas músico, cantor ou adorador, mas "ministro", e por conta disso, digno de reconhecimento.

Numa leitura rápida do texto em epígrafe: (título ou frase que, colocada no início de um livro, um capítulo, um poema etc., serve de tema ao assunto ou para resumir o sentido ou situar a motivação da obra) parece que estão seguindo o exemplo de Paulo em suas reinvindicações, pois ao que tudo indica ele está exigindo que "os homens nos considerem como ministros de Cristo". Será?

Primeiro, devemos considerar o termo usado por Paulo para "ministro". A palavra grega usada é hupereta. A palavrinha esquisita significa, literalmente, "remador inferior" ou "remador subordinado".

É um termo de origem militar que servia para distinguir, numa embarcação de guerra, o soldado dos que ficavam no andar de baixo, remando sob o comando de um líder, ao som de um tambor.

A ideia, pois, não é de alguém à frente ou acima de outros, mas ao contrário, de pessoas que fazem um trabalho invisível, num nível inferior aos demais tripulantes. Sendo Corinto uma cidade portuária, o termo era bem conhecido dos leitores originais de Paulo.

Tendo compreendido o significado do termo, podemos considerar o motivo pelo qual Paulo o escolheu (ele tinha outras opções, como doulos, diakonos, therapon, etc.). Em suas próprias palavras, ele explica:

"apliquei estas coisas, por semelhança, a mim e a Apolo, por amor de vós; para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito, não vos ensoberbecendo a favor de um contra outro" (1Co 4:6).

Prossegue o apóstolo em sua repreensão dizendo "quem te faz diferente? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o houveras recebido" (1Co 4:7).

Os crentes de Corinto pareciam muito senhores de si mesmos, julgando-se melhores que os outros. "Já estais fartos!!! Já estais ricos!!! sem nós reinais!!!" (1Co 4:8) foram as palavras duras de Paulo para os membros daquela igreja.

Para mostrar o absurdo do orgulho deles é que o apóstolo escolhe um termo que indica uma posição servil e não de destaque. A indireta paulina fica explícita quando ele diz "Nós somos loucos por amor de Cristo, e vós sábios em Cristo; nós fracos, e vós fortes; vós ilustres, e nós vis" (1Co 4:10).

Ao invés de gritar palavras de ordem diante das pessoas, o ministério de Paulo consistia de trabalho servil (de serviço): "E nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos" (1Co 4:12).

A esta altura, fica claro que a ideia que Paulo fazia de ministério vai muito longe da ideia moderna. Ao pretender ser reconhecido como ministro de Cristo, Paulo esperava que os homens o vissem não sob o brilho de palco, mas no andar inferior e mal iluminado de um navio.

Ao invés de estar "fazendo ministração durante o louvor", ele se via como um remador subordinado ao ritmo monótono de comando "remem, remem, remem". Em vez de comandar o exército de Deus, ele se colocava num nível abaixo até mesmo do recruta menos qualificado. E queria ser reconhecido pelos demais tripulantes como pertencendo a essa classe inferior.

Será que Paulo estava apenas fazendo um discurso com o fim de chocar seus leitores, mas que na realidade ele considerava que sua condição de ministro de Cristo o posicionava acima de outros irmãos?

Não é o caso, uma vez que ele declara "porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens" (1Co 4:9) e "até ao presente temos chegado a ser como o lixo deste mundo, e como a escória de todo" (1Co 4:13).

SE UM APÓSTOLO É VISTO ASSIM, QUE DIZER DE UM MINISTRO MODERNO?

Será que os que buscam ser reconhecidos como ministros disso ou daquilo, estão dispostos a descer ao andar de baixo? Estariam dispostos a ser reconhecidos, não como a elite do culto ou da igreja, mas como aqueles aos quais o Senhor escolheu para humilhá-los para o bem da igreja?

SOMENTE OS QUE ASSUMEM A POSIÇÃO DE SERVOS E NÃO DE SENHORES DA IGREJA, QUE TROCAM O ESTRELISMO PELO SERVIÇO ANÔNIMO E DESINTERESSADO É QUE SÃO, DE FATO, MINISTROS DE CRISTO!!!

DEUS TE ABENÇOE!!! OSWALDO DE SOUZA...


 

PELA CRUZ SOU ABENÇOADO: PELA RESSURREIÇÃO SOU ABENÇOADOR!!! POR OSWALDO DE SOUZA ESCRITOR E PESQUISADOR...


Deuteronômio 33.24 Aser era filho de Jacó com Zilpa, serva de Lia. Quando nasceu, Lia declarou: “Para minha felicidade, porque as filhas me terão por feliz”. Por isso, Aser carrega em seu próprio nome a ideia de felicidade, bem-aventurança, alegria. Aser (ou Asher, em hebraico) significa "feliz", "bem-aventurado" ou "afortunado"...

Quem foi Aser? Filho de Jacó: Aser foi o oitavo filho de Jacó e o segundo com Zilpa, a serva de Lia. Origem do nome: Quando ele nasceu, Lia exclamou: "Para minha ventura; porque as filhas me terão por bem-aventurada" e chamou-lhe Aser. A Tribo de Aser: Ele foi o patriarca de uma das doze tribos de Israel.

Séculos depois, Moisés está diante das tribos de Israel e começa a declarar suas últimas bênçãos. E quando chega a Aser (TRIBO), existe uma palavra que chama atenção. “AGRADE A SEUS IRMÃOS.” É como se Deus estivesse dizendo que a bênção de Aser não terminaria nele. A alegria que Deus colocaria dentro daquela tribo deveria se transformar em alegria para os outros.

Isso confronta uma geração que aprendeu a medir bênção pelo quanto consegue acumular. Aser não seria apenas alguém abençoado. Seria alguém através de quem outros seriam beneficiados (ABENÇOADOS). Depois Moisés diz: “BANHE EM AZEITE O SEU PÉ.” O território de Aser ficaria na região fértil do norte de Israel, próxima ao Mediterrâneo, uma terra marcada pela produção agrícola, especialmente pelas oliveiras. O azeite se tornaria uma imagem de abundância, prosperidade e fertilidade.

O texto não fala apenas de ter azeite nas mãos. Fala de ter azeite nos pés. O que isso significa? Que aquilo que Deus coloca dentro de você precisa alcançar o caminho que você percorre. Não adianta ter azeite no discurso e deixar marcas de amargura por onde passa. Não adianta falar de unção no altar e espalhar desgaste dentro de casa. Não adianta ser admirado por pessoas distantes e ser insuportável para quem convive com você...

A verdadeira bênção não é apenas aquilo que recebemos. É aquilo que conseguimos transmitir. (É AQUILO QUE DOAMOS). Aser foi chamado para agradar seus irmãos e caminhar com os pés banhados em azeite. SENDO AGRADAVEL E AMOROSO TRANSMITINDO AQUILO QUE RECEBEU: ALEGRIA E ABUNDÂNCIA!!!

Não somo medidos pelo que temos, somos medidos pelo que doamos. Você não deve ser considerado abençoado por aquilo que você tem e sim, pela e sim pelas bençãos que abençoa aos seus irmãos... Talvez o maior sinal de que Deus está trabalhando em nós não seja aquilo que sentimos quando estamos na presença dele, mas aquilo que as pessoas sentem quando estão na nossa presença.

Que a nossa casa tenha azeite. Que a nossa vida tenha azeite. Que nossas igrejas (DENOMINAÇÕES) tenha azeite. Que nossas palavras tenham azeite. Que nossas decisões tenham azeite. Que nossos relacionamentos tenham azeite. Que nosso dinheiro tenha azeite. Que nosso carro tenha azeite!!! E que, por onde nossos pés passarem, fique alguma coisa que possa lembrar que Deus esteve ali.

Que nossa caminhada não sejam rastros de destruição e desamor, mas sim pegadas de amor e bençãos, sejam marcadas pelo azeite que escorre de nossos pés. Marcando e definindo que aquele território é de DEUS (SÃO LIMITES CELESTIAIS, CAMINHADAS DOS CÉUS) ... Onde pisares a planta de vossos pés serão abençoados!!

Essa frase vem de uma promessa escrita na Bíblia. Ela está nos livros de Deuteronômio 11:24 e Josué 1:3, onde Deus diz ao povo que todo lugar que a PLANTA DO PÉ TOCAR SERÁ DADO POR HERANÇA, serão território de posse...

Ação e Fé: A conquista exige caminhar, não fica parado estagnado, pois a é se move ela é DINAMICA E GRADUAL. O favor de Deus acontece quando a pessoa avança. Portanto PROSSIGA, esquecendo aquilo que ficou para traz. Sua será dinâmica em força, gloria e poder. PORQUE VOCÊ TEM OS PÉ UNGIDO COM AZEITE, OS PÉS ABENÇOADO E ABENÇOADORES DE ASER!!!  

O AZEITE DOS PÉS DETERMINA POSSE: O espaço em nossa volta torna-se propriedade de quem anda em obediência, crendo que sempre o melhor desta terra no presente e o melhor do céu no futuro. O AZEITE DETERMINA PRESENÇA: A segurança vem de ter Deus guiando cada passo do caminho. Nossa caminhada e de bençãos recebidas e de bençãos doadas: QUE SÃO BUMERANGUES DE DEUS!!!

EFEITO BUMERANGUE: Como o nome já diz o efeito bumerangue é a prática de receber de volta aquilo que doamos Metaforicamente e sub-atomicamente falando; “TUDO QUE VAI UM DIA VOLTARA”.  

DEUS TE ABENÇOE!!! OSWALDO DE SOUZA...


 

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

A CAVERNA DE ELIAS: LIVRO BONUS GRATUITO POR OSWALDO DE SOUZA ESCRITOR, HISTORIADOR E PESQUISADOR BIBLÍCO!!!


A experiência de Elias na caverna está entre as passagens da Bíblia que mais evidenciam a fragilidade humana. Mas o estudo bíblico dessa passagem revela que Deus cumpre sua vontade apesar das limitações do ser humano. Elias na caverna é um lembrete que até os mais fortes podem ser fracos.

Elias foi um dos profetas mais emblemáticos de Israel. Inclusive, no Novo Testamento ele aparece no episódio da transfiguração de Jesus junto de Moisés representando a escola profética da comunidade da aliança.

Além disso, sem dúvida o profeta Elias foi um dos homens da história da humanidade que presenciaram de forma mais extraordinária às claras manifestações do poder de Deus. Ele viu morto ressuscitar pelo poder divino através de seu ministério; viu Deus controlando diretamente a natureza secando a terra e depois mandando chuvas torrenciais; e viu fogo descer do céu da parte do Senhor.

Mas depois de tudo isso ele ainda tentou fazer de uma caverna o seu lar. Elias na caverna é uma prova de que milagres não mantêm ninguém de pé. O que mantém o servo de Deus ativo em seu serviço é a comunhão com o Senhor na obediência à sua Palavra.

Por que Elias se escondeu na caverna? A história de Elias na caverna está registrada em 1 Reis 19. Mas para entendermos o motivo pelo qual o profeta fugiu para a caverna, precisamos retornar ao capítulo anterior. Mas engana-se quem pensa que 1 Reis 18 é um capítulo melancólico que culmina na imagem do fracasso de Elias na caverna no capítulo seguinte. Muito pelo contrário!!!

No capítulo anterior ao episódio da caverna, Elias aparece no auge. Nem de longe ele lembra um homem frágil, amedrontado, com crise de identidade e um discurso vitimista escondido numa caverna. Em 1 Reis 18 Elias aparece como um homem corajoso para confrontar o rei Acabe; para convocar todo o Israel e os profetas de Baal no monte Carmelo; para desafiar os profetas pagãos e depois matá-los diante da manifestação do poder do Senhor; e para orar por chuva em Israel depois de anos de terrível seca. Por fim, sob a capacitação do Senhor, ele ainda correu por quase quarenta quilômetros do monte Carmelo até Jezreel.

Mas então como um homem assim foi do auge ao fundo do poço? Do monte da vitória para a caverna do desalento? Por que Elias fugiu para a caverna? Talvez Elias estivesse esperando que as demonstrações do poder de Deus no monte Carmelo produzissem quebrantamento em Jezabel e Acabe. Mas não foi isso que aconteceu. Em vez de arrependimento, a perversa esposa de Acabe declarou guerra ao Senhor, e começou por ameaçar o seu porta-voz em Israel, o profeta Elias.

Então diante desse cenário pode ser que Elias tenha julgado ter falhado em sua missão como profeta. De fato ele se sentiu um fracasso, e quando recebeu a carta de ameaça de Jezabel, fugiu temendo por sua vida. Alguém pode perguntar o porquê de Jezabel ter mandado uma ameaça a Elias ao invés de tê-lo matado prontamente. Muito provavelmente ela fez isso por pura estratégia.

Elias tinha acabado de provar diante de todo o Israel que era um profeta de Deus. Se Jezabel matasse Elias, possivelmente ela enfrentaria o descontentamento do povo. Então parece que o objetivo principal de Jezabel era fazer Elias fugir. Ela preferia um Elias na caverna em vez de um Elias mártir.

Elias a caminho da caverna: A estratégia de Jezabel funcionou e Elias fugiu de Jezreel em direção a Berseba. Nesse ponto a Bíblia não mostra Elias consultando ao Senhor; muito menos se recordando das experiências grandiosas que ele havia tido ao longo de seu ministério. O Senhor não o havia desamparado em nenhum momento, e também não seria naquela ocasião que Ele iria desampará-lo. Mas Elias desviou os olhos da fé e os colocou sobre as circunstâncias. Seu comportamento foi tão irracional que ele, um homem caracterizado pela coragem, fugiu de um inimigo derrotado.

De Berseba, Elias partiu para o deserto. Ele se assentou debaixo de um arbusto típico de terrenos desérticos e orou a Deus. Mas a oração de Elias foi a expressão de sua desesperança. Em sua oração ele declarou que queria desistir e desejou a morte. Em seguida ele se deitou e dormiu. Então a Bíblia diz que ele acordou quando um anjo lhe tocou ordenando que ele comesse a refeição que o Senhor havia milagrosamente lhe fornecido. Depois, Elias dormiu novamente até que outra vez foi acordado pelo anjo para, mais uma vez, se alimentar.

Com aquelas duas refeições a Bíblia diz que Elias caminhou quarenta dias e quarenta noites até o Monte Horebe. Aqui vale lembrar que o Monte Horebe é o mesmo Monte Sinai onde Deus se revelou a Moisés. Nesse percurso Elias caminhou quase 400 quilômetros, numa viagem que levou quarenta dias e quarenta noites.

O texto bíblico não explica por que essa viagem demorou tanto, já que esse percurso poderia ser feito num tempo muito menor. Alguns comentaristas enxergam alguns paralelos com os quarenta anos que Israel peregrinou no deserto; com os quarenta dias que Moisés passou na montanha; e com os quarenta dias que Jesus passou no deserto quando foi tentado.

Elias na caverna: Foi quando chegou ao Horebe que Elias entrou numa caverna, onde passou a noite. A situação do profeta era tão complicada que muitos estudiosos acreditam que Elias teve depressão naquele episódio. Ele estava exausto e abatido. Seja como for, ele estava disposto a desistir de seu ministério e até de sua vida.

Mas foi na caverna que Deus falou com Elias. Em vez de repreendê-lo, o Senhor apenas lhe perguntou: “Que fazes aqui, Elias?” (1 Reis 19:9). Isso mostra a forma pessoal, paciente e atenciosa com que Deus trata os seus filhos que passam por momentos de desespero.

No entanto, Elias não respondeu de forma direta a pergunta do Senhor. Na verdade ele tentou se justificar em sua resposta, mostrando uma mistura de orgulho com pena de si mesmo. Ele alegou ter sido um servo fiel e zeloso pelo Senhor, enquanto os israelitas quebraram a aliança. No fim, ele acabou julgando estar sozinho e sendo perseguido.

Então Deus lhe ordenou que saísse da caverna para o monte e se colocasse perante o Senhor. A Bíblia diz que veio um vento muito forte, mas o Senhor não estava no vento. Depois veio um terremoto que abalou o monte, mas o Senhor não estava no terremoto. Na sequência veio um fogo, mas o Senhor não estava no fogo.

Por último o texto bíblico diz que veio “um ciclo tranquilo e suave” (1 Reis 19:12). Foi então que Elias saiu e se colocou à entrada da caverna. Nesse momento ele ouviu a voz do Senhor. Mas talvez para a surpresa de Elias, o Senhor lhe fez a mesma pergunta anterior: “Que fazes aqui, Elias?” (1 Reis 19:13). Mais uma vez o profeta repetiu a mesma resposta autopiedosa e um tanto quanto egocêntrica.

Deus restaura Elias na caverna: Embora Elias tivesse agido pelas aparências em vez de agir pela fé, Deus o restaurou ao seu serviço. Deus lhe preparou para terminar o seu notável ministério de forma estratégica. Por isso que na porta da caverna Elias recebeu do Senhor três ordens: 1) ungir Hazael como o novo rei da Síria; 2) ungir Jeú como novo rei de Israel; e 3) ungir o jovem Eliseu como seu sucessor na escola profética de Israel.

Essas três ordens confrontavam o estado deprimente de Elias. O profeta havia fugido com medo da ameaça de uma mulher perversa que era esposa de um rei fraco e reprovado. Mas ele deveria saber que aquele casal só continuaria no poder até quando Deus quisesse.

Deus não apenas controla o trono de Israel, mas controla o trono de todas as nações da terra. Como diz o profeta Daniel, Aquele que se assenta no trono do universo é o mesmo que remove reis e estabelece reis (Daniel 2:21). A prova disso era que o Senhor não apenas estava levantando o novo rei de Israel, mas também estava instituindo o novo rei da Síria, uma nação pagã. Na verdade Deus haveria de usar os movimentos militares de Hazael e Jeú, e o trabalho profético do jovem agricultor Eliseu, para executar os seus propósitos soberanos.

Tudo isso, inclusive, resultou na completa destruição da casa de Acabe. E assim, pela paciente misericórdia do Senhor, o episódio de Elias na caverna terminou com o profeta tratado e restaurado por Deus.

Receber Estudos da Bíblia: O que aprendemos com Elias na caverna? Há algo muito interessante na Escritura. Diferentemente das literaturas que procuram idealizar os seus heróis, a Bíblia não esconde as falhas, erros e as limitações dos homens que foram usados poderosamente pelo Senhor. Até mesmo a galeria dos heróis da fé em Hebreus destaca a fragilidade dessas pessoas que ficaram conhecidas por sua fé exemplar (Hebreus 11).

Portanto, com o profeta Elias não foi diferente. Tiago escreve que “Elias era um homem semelhante a nós” (Tiago 5:17). É possível que ao escrever essas palavras, Tiago estivesse pensando justamente na história de Elias na caverna. Então há lições a aprender tanto com as vitórias dos homens e mulheres de Deus na Bíblia, quanto com suas derrotas. Portanto, no episódio de Elias na caverna podemos aprender algumas lições importantes.

Elias na caverna nos ensina o quando é doloroso sair da vontade do Senhor: A história de Elias na caverna nos ensina que fora da vontade do Senhor, os corajosos cedem ao medo; os vitoriosos são derrotados; e os fortes fracassam.

Elias era o homem que tinha desafiado centenas de profetas de Baal; que tinha presenciado o que Deus fez no Carmelo; que tinha provado que Deus é Aquele que governa sobre o universo e controla as forças da natureza. Mas mesmo assim ele foi parar numa caverna assustado, vacilante e desanimado. Quando os servos de Deus saem da vontade de Deus, eles ficam sujeitos a cometer todo tipo de insensatez e a falhar naqueles que são seus pontos mais fortes.

Foi assim com Abraão quando fugiu para o Egito. Faltou fé ao homem que é uma referência de fé na Bíblia, e por isso ele escondeu que Sara era sua esposa (Gênesis 12). A Bíblia diz que Moisés era o mais manso dos homens, mas ele perdeu o privilégio de entrar na Terra Prometida porque lhe faltou a calma (Números 20:1-13; cf. Números 12:3).

Uma característica do rei Davi era sua integridade, mas em seu envolvimento com Bate-Seba lhe faltou ser justamente um homem íntegro (2 Samuel 11-12). O apóstolo Pedro era valente e corajoso, mas lhe faltou coragem quando ele negou a Jesus (Marcos 14:66-72).

Elias na caverna nos ensina que Deus tem sua forma particular de agir. Uma coisa é fato: nem sempre Deus fala o que queremos ouvir; ou age da forma que mais nos agrada. A experiência de Elias na caverna é uma prova disso. O profeta estava desanimado e desesperado. Então quando finalmente Deus falou com ele, talvez Elias esperasse alguma resposta da parte do Senhor. Em vez disso, primeiro o que Ele ouviu, por duas vezes, foi uma pergunta ao invés de uma resposta.

Quando o Senhor ordenou que ele saísse da caverna, três acontecimentos estrondosos aconteceram: a ventania, o terremoto e o fogo. Mas nenhuma palavra da parte do Senhor veio desses acontecimentos. A palavra do Senhor veio a Elias na calmaria, com uma voz mansa e suave.

Sim, o Deus que é Senhor sobre o vento, os alicerces da terra e o fogo, é o mesmo que também pode se manifestar com suavidade. Muitas vezes esperamos por grandes acontecimentos e demonstrações do poder de Deus, quando na verdade Deus pode estar querendo falar conosco através de um ciclo suave e tranquilo. Como diz o comentarista bíblico; Os sussurros do Calvário são mais poderosos que o trovão do Sinai para conduzir os homens ao arrependimento.

Então aqui devemos aprender com Elias. Apesar de seu momento de fraqueza, ele teve os ouvidos sensíveis o suficiente para ouvir a voz suave do Senhor. Elias na caverna nos ensina que não podemos nos esconder atrás de justificativas. No lamento de Elias, o profeta tentou se justificar perante Deus. Além disso, ele se apoiou num tipo de auto-piedade.

Primeiro, debaixo do zimbro no deserto, ele orou a Deus pedindo para morrer e disse não ter sido melhor que seus pais. Mas Deus não havia pedido que Elias fosse melhor do que alguém. O propósito de Deus para Elias era que ele cumprisse o serviço para o qual foi chamado. Como todo crente, o que Elias devia fazer era ouvir a Palavra do Senhor e obedecê-la.

Depois, já na caverna, Elias procurou se justificar. Ele alegou ter sido zeloso e fiel ao Senhor, diferentemente dos demais israelitas, e agora ele estava sozinho e ameaçado de morte. Perceba que num certo aspecto em sua resposta Elias questionou a ação do Senhor, afinal, será que Deus não havia visto que ele tinha sido um servo fiel, que ficou de pé quando os outros caíram? Como Deus teria permitido que o último crente do reino de Israel fosse ameaçado de morte e tivesse que fugir?

Em primeiro lugar: Se Elias tivesse mesmo sido um servo fiel, então o que ele estava fazendo escondido numa caverna a centenas de quilômetros do local onde ele deveria exercer seu ministério? Em segundo lugar, não era verdade que Elias fosse o último crente de Israel. A graça de Deus havia conservado um remanescente fiel que não se corrompeu com Baal. Em terceiro lugar, Deus não havia abandonado Elias. A prova disso era que pacientemente Deus estava falando com Elias na caverna e escutando o seu desabafo.

Elias na caverna nos ensina que Deus cumpre seu propósito. O retrato de Elias na caverna é uma demonstração clara de como o propósito de Deus prevalece sobre as nossas falhas. O Senhor poderia ter deixado Elias entregue ao seu desânimo naquela caverna. Ele poderia ter levantado outra pessoa para o lugar de profeta em Israel, porque ninguém é indispensável perante o Senhor. Mas Deus cumpre o seu propósito através de nós, e apesar de nós.

Então apesar das falhas de Elias, Deus tratou com ele e o restabeleceu ao seu lugar. Onde Elias via motivos para desistir, Deus via motivos para ele voltar ao trabalho. Onde Elias só via solidão pensando estar sozinho, Deus via outros sete mil que foram preservados por Ele e não se dobraram a Baal. Enquanto Elias se lamentava pelo passado e pelo presente de Israel, Deus já estava tratando do futuro de seu povo.

Elias na caverna nos ensina que devemos nos esconder em Deus, não numa caverna: A experiência de Elias na caverna nos serve de exemplo quando estivermos em nossas próprias cavernas. Muitas vezes somos fracos, volúveis e inconsequentes, mas o Deus Todo-Poderoso é imutável e enxerga além das circunstâncias que nos amedrontam. Como diz o salmista, o Senhor é como um pai que se compadece de seus filhos. Ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó (Salmo 103:13,14).

Deus cuida de nós e nos restaura, a ponto de entendermos que o lugar mais seguro que podemos estar não é dentro de uma caverna, mas dentro de sua vontade. Que possamos sair de nossas cavernas para nos refugiarmos no esconderijo do Altíssimo, onde podemos descansar à sombra do Onipotente (Salmo 91:1).

 

DEUS TE ABENÇOE!!! OSWALDO DE SOUZA...


 

O PERIGO DO CANSAÇO ESPIRITUAL E EMOCIONAL: POR OSWALDO DE SOUZA ESCRITOR E PESQUISADOR BIBLICO!!!


Davi já tinha vencido Golias, sobrevivido a Saul, atravessado desertos, guerras, perdas e traições. Mas em 2 Samuel 21 acontece uma coisa que quase ninguém fala: a Bíblia diz que Davi se cansou, DAVI FICOU CANSADO. E foi justamente nesse momento que Isbi-Benobe, um dos descendentes dos gigantes, tentou matá-lo.

Isso me chama atenção porque Golias não conseguiu matar Davi quando ele era jovem, sem coroa, sem exército e sem posição. Anos depois, outro gigante quase conseguiu. Davi ainda era o escolhido, ainda era rei, ainda tinha história com Deus, mas chegou naquela batalha cansado.

E talvez seja por isso que aquilo que antes não derrubava você hoje esteja pesando tanto. Você pensa: “Eu já passei por coisa muito pior, por que isso está mexendo tanto comigo agora?” Porque ninguém chega numa batalha carregando só o peso daquele dia. A gente chega carregando decepções, ingratidões, indiferenças, desvalorizações, responsabilidades, preocupações, noites mal dormidas e coisas que foi engolindo para continuar forte.

OLHA COMO UM PASTOR IDOSO 71 ANOS TENHO QUE ENGOLIR MUITAS COISAS QUE ME TRAZEM INDIGESTÕES EMOCIONAIS E ESPIRITUAIS!!! 

O perigo é que quem passa muito tempo sendo forte começa a achar que não tem o direito de cansar. Continua resolvendo tudo, ajudando todo mundo e dizendo que está bem, até que alguma coisa que nem era o seu Golias quase te derruba. Davi precisou de Abisai. O homem que tantas vezes venceu precisou aceitar ajuda.

Depois disso, os homens disseram que ele não deveria mais ir à guerra, para que “NÃO SE APAGUE A LÂMPADA DE ISRAEL.” Talvez preservar você também faça parte do propósito. Golias encontrou Davi preparado e caiu. Outro gigante encontrou Davi cansado e quase o matou. Às vezes o problema não é que a batalha ficou maior. É que você chegou nela cansado demais.

2 Samuel 21:15-17. Com a idade percebi que tudo ficou mais cansativo e aquilo que você fazia tranquilamente hoje com o peso da idade mais pesado. Tudo ficou mais difícil. NINGUEM DEVE FICAR SOZINHO NO CANSAÇO DA VIDA E DAS LUTAS. E é nestes momentos de solidão e cansaço que os inimigos querem aproveitar de sua fraquezas... MAS LEMBRE-SE QUEM SERVIU A OBRA DO SENHOR NUNCA ESTA SOZINHO!!!

2 SAMUEL 21:15ª17 - Houve outra guerra entre os filisteus e Israel. Davi e os seus soldados foram e lutaram contra os filisteus. Durante a batalha Davi ficou muito cansado. Um gigante chamado Isbi-Benobe tinha uma lança de bronze que pesava mais ou menos cinco quilos e estava usando uma espada nova. Ele pensou que podia matar Davi.

Mas Abisai, cuja mãe era Zeruia, socorreu Davi, atacou o filisteu e o matou. Então os soldados de Davi fizeram a promessa de nunca mais deixar que Davi saísse com eles para a guerra. Eles disseram: — O SENHOR É A ESPERANÇA DE ISRAEL, E NÓS NÃO QUEREMOS PERDÊ-LO. Estamos falando de lealdade e permanência. Quanto abandonaram a Davi? Inclusive seus próprio filhos. Mas falamos DA LEALDADE E O CUIDADO DOS SERVOS DE DAVI!!!

Abisai era sobrinho de Davi e como sobrinho e servo fiel dava a vida, pelo tio: foi um grande guerreiro e sobrinho do rei Davi na Bíblia.

Ele era filho de Zeruia, irmã de Davi, e irmão de Joabe e Asael. Ficou famoso por sua coragem e por ser muito leal e fiel a Davi. DE TODO OS HOMENS O QUE DEUS PROCURA UM HOMEM FIEL, ESTE É UM SERVO DE VERDADE!!! - Derrota de 300 homens: Abisai lutou com sua lança e venceu trezentos inimigos sozinho. Salvação de Davi: 

Ele salvou a vida de Davi ao matar o gigante filisteu Isbi-Benobe, que estava prestes a matar o rei cansado. Acampamento de Saul: Ele acompanhou Davi até a tenda onde o rei Saul dormia e se ofereceu para matar Saul, mas Davi não deixou...

O CANSAÇO DE ELIAS: o profeta cansado, é um dos relatos mais humanos e marcantes da Bíblia, registrado no livro de 1 Reis 19. Ela mostra que mesmo os maiores homens de fé podem sofrer com o esgotamento físico, emocional e espiritual. Era o “profeta entre os profetas”. Vivia exclusivamente para servir a Deus.

Em Seu nome, ressuscitou um menino (1 Reis 17.17-24). Multiplicou azeite e farinha (1 Reis 17.8-16). Predisse o começo e o fim de uma grande seca (1 Reis 17.1). O perverso rei Acabe o caçou. Fugindo dele, Elias foi alimentado por corvos que lhe levavam pão e carne por ordem Divina (1 Reis 17.1-7).

Elias lutava contra o pecado num período de crise econômica, social, moral e espiritual. Chegou a sentir total falta de esperança. Por se basear no sentimento, e não na certeza de que Deus era com ele, cansou, fraquejou, entrou em depressão. Parecia o fim, quis morrer (1 Reis 19.4). 

Só que Deus lhe mandou comida e água pelas mãos de um anjo. Seu encontro com Deus numa caverna, em Horebe (1 Reis 19.12), o fez perceber que o Senhor nunca o abandonara, e ele se reanimou e se fortaleceu na força do nosso Deus.

DEUS TE ABENÇOE!!! OSWALDO DE SOUZA...


 

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

O PARAISO EXISTE - LIVRO ON LINE GRATUITO: SONETO DA TERCEIRA IDADE ALÉM DO RIO AZUL: POR OSWALDO DE SOUZA ESCRITOR, HISTORIADOR E PESQUISADOR BÍBLICO!!!


Cheguei ao cúmice do ápice de minha idade a chamada terceira idade, onde o tempo passou sem pedir licença seguindo o curso frenético da vida. Engraçado foi em um abrir e fechar de olhos onde vi rapidamente os anos passarem e se multiplicarem em uma sequencia impiedosa de humilhação... A serenidade toma conta dos meus pensamentos e agora chego ao cume mais alto do arvoredo da minha vida tocado pelos ramos do tempo onde não podemos mais descer do cimo onde estou... 

As idades dos nobres em uma fuga de dores e às vezes cansadas minhas pernas estão caminhando nos arrastos dos dias sem olhar para trás pelo retrovisor do meu passado coberto pelo sangue caminho para o alvo, na espera na doce espera do meu encontro solitário e necessário.

No cimo bem alto da montanha com brisas suaves que batem em meu rosto marcado e vejo que tudo é paz e nas plenitudes dos anos encontro a serenidade bendita e agora rebendita vida no voo de uma águia estou em um lugar sem nuvens ou tempestade longe do furor da vil mocidade aqui tudo agora é calmo e tranquilo. 

Não ouço mais gritos e não sigo mais as ordens dos homens, ouço apenas um voz suave ecoando em meus ouvidos, uníssono como som que rebate nas reverberações dissonantes dos solfares e harpas na grande convocação dos escolhidos para a santa Grei. Neste momento eu peço um favor não retoquem minhas rugas, pois levei muito tempo para ganha-las e ajunta-las em minhas cútis de isolações, não pinte meus cabelos embranquecidos, pois meus cãs deixa-me com um toque de sabedoria e de temores...

Os benditos cãs que como uma neve fria e fugaz tocou minha cabeça moldando-a com uma sapiência dos tempos vividos em lágrimas choradas e derramadas misturando as poeiras das estradas percorridas. Vida que trazem entendimentos nos anos, dos conhecimentos, das experiências boas e ruins da longa jornada para chegar a um lugar comum de descanso e tranquilidade. Pois agora como a lira rouca de um soneto de batráquios nos sons das taquaras sendo rachadas e divididas ouço minha voz embargada e embaçada pelo tempo... 

Contei o tempo que foram se multiplicando aos dias formando os anos de minha sobrevivência e existência em momentos inconstantes do meu viver. A velhice é como um tronco ressequido onde um dia abrigou flores, folhas e frutos, mas que logo renovarão seus cachos em um lugar onde os tempos e idades cessam e não serão mais contados como nossos inimigos.

Terceira idade, três vezes mais feliz, três vezes mais sábio, três vezes mais sereno, três vezes mais tolerante, três vezes mais quieto e três vezes mais próximo ao meu chamado e ao meu grito de adeus, e não me impeças á um alguém que me espera, uma eternidade na doce companhia de meu Deus... Agora canto a música que embalou minha vida na doce harmonia dos anjos, conservos e ajudadores dos homens; Mas que doce paz em minha alma se faz, quando estou orando ao Senhor. Sinto bem junto a mim neste lindo jardim a presença de Jesus o meu Salvador. 

Canta o meu coração esta linda canção que transborda em glorias e aleluias. Paz: aguardada paz, sonhada paz, paz dos homens, paz dos tempos, paz sem mais guerras, paz somente paz, bendita paz. Paz: paz dos gritos, paz das aflições, paz recebida, paz doada ao ouvir seu chamado; Vinde a Mim todos os sobrecarregados e oprimidos que vos aliviarei, pois no mundo tereis aflições, mas tende bom animo: Eu venci o mundo!!!

Eu vos dou a minha paz, a minha paz vos dou, não vo-lo a dou como o mundo te deu que era uma paz utópica, efêmera e passageira a minha paz é eterna. Neste momento ouço meu grito; Senhor eu ouvi seu chamado e estou aqui na doce velhice dos sonhos. Nas doces canções dos seresteiros nas liras inflamadas das noites ao som dos batráquios a espera da manhã chegar. Pois sabemos que um choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pelo amanhecer do sol clareando um novo dia em um recomeço. 

Estou caminhando com meus passos fortes sem mais pegadas da vida, pois elas não existem mais foram apagadas pelo sangue, bendito sangue do cordeiro da cruz!!! Rude cruz se erigiu, nela um dia eu vi como um emblema de vergonha e de dor, mas eu contemplo esta cruz porque nela encontrei graça e luz para um tão pobre pecador. Nela meus pecados foram lavados no vermelho forte, brilhante e profundo do sangue carmesim!!!

Agora vejo as portas se abrirem dos grandes portais eternos, e uma luz forte cega meus olhos, não vejo nada, mas ouço um som celestial com vozes de anjos. Sou levado a um jardim de flores em suas multicores, ouço um som que sai das flores como ecoadores celestiais, flores cantantes que enche aquele grande espaço florilégio com perfumes variados dos mais hábeis perfumistas... 

Ouço um som de cascatas das águas ricocheteando em pedras brancas e brilhantes não era um som barulhento, mas um som harmônico sem contrastes com aquele lugar com ausência de conflitos apenas as bênçãos das serenidades interiores. 

Contemplo uma grande arvore com vários frutos com varias formas e sabores. Então o anjo me mostrou em meio ao rio de cristal a arvore da vida formosa em seus galhos e folhas de cada cor obra especial que Deus colocou no meio dos jardins celestiais assim como no Éden. A arvore da vida que fica de cada lado do rio. Frutificam doze vezes por ano, um fruto por mês e as folhas desta arvore servem de saúde para todos naquele lugar.

Neste lugar não há choro nem lágrimas, porém ali no Céu de Deus que enxuga dos nossos olhos todas as lágrimas. Sim; Deus limpará de meus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas, e assim voltaremos a ser como no início da criação do mundo, sem estarmos expostos aos sentimentos que nos trazem dor, cansaço e sofrimento... 

Neste lugar não existe mais a humilhação dos anos e nem o cansaço do corpo humano. Não haverá doenças e nem dor física, os cãs deixaram de serem cãs. Não haverá mais rugas dos anos, pois seremos todos jovens em nossa força da juventude. Não haverá terceira idade, não haverá contagens dos tempos. E viveremos para sempre com o Senhor diante de seu trono de gloria.

As lutas e trabalhos dos servos serão findos, bênçãos vão os servos desfrutar e Jesus nos saudara bem vindos. As coroas caem de nossas cabeças, tantas que não sabia que era esta grande quantidade, mas elas são deixadas aos pés do Meu Rei que em pé diante de um trono eterno recebe seus comandados. Um grande exercito é formado, cavalos brancos são atrelados para uma guerra. 

Nosso uniforme era apenas um manto de linho branco e puro, somos formados em fileiras, mas os cavalos em vez de cavalgarem eles voam como se fossem alados, quando ouviram os brados da vitória. Estou ainda distante do meu comandante. 

Esforço-me para ver o seu rosto brilhante como um latão reluzente, mas vejo sua roupa que não estava branca e pura como a nossa, estava manchada e a tinta parecia como um sumo das uvas ou como sangue. Sim agora vejo claramente meu Rei e Senhor estava com suas vestes salpicadas de sangue.

Este exercito santo cantavam um cântico que ecoavam pelos céus de gloria. Um som de muitas vozes, milhares de vozes que com um uníssono cântico cantavam; Gloria pra sempre ao cordeiro de Deus, ao Leão da tribo de Judá a raiz de Davi que venceu e que ao livro abriu trazendo salvação a sua Eclésia... Os remidos triunfantes marcham com grande poder para mais uma vitória daquele que nunca perdeu uma guerra. 

Mais um dia de tantos dos mais que vencedores, pois nada e ninguém seja no céu na terra ou no mar, em todo universo podem detê-los. Um povo forte e vencedor cujo brasão em seus peitos tem um formato de uma cruz. A cruz da morte, a cruz da vida, a cruz de resgate. Nossa cruz de salvação, aleluia, gloria a Deus!!!

O regresso triunfante do exercito vencedor que reinaram para sempre junto com o seu Senhor. Um povo lavado com suas vestes purificadas no sangue do cordeiro pascoal, Jesus o cordeiro de Deus que tirou o pecado do mundo e trouxe a salvação pela graça. Para que ninguém se gloria em suas obras mas glorifiquem a Deus que esta nos altos céus!!! 

Dia de gloria, dia de amor pleno em alegria indizível dança diante do trono na felicidade da eternidade, um povo sem manchas, sem culpa e sem condenação. Um povo remido dança diante do seu Rei, que recebe os seus louvores e adoração para aquele que é o único merecedor de glorias e adoração para sempre.

Uma grande mesa é posta no céu com variedades de alimentos indescritíveis em sua formosura e sabores variados. Uma fumaça sobe do centro da mesa anjos agora fazem seus serviços de servos do rei e seu povo. Vejo cadeiras de ouro fino de Ofir o mais puro de todos, com pedras preciosas brilhantes em suas belezas. 

Em uma destas cadeiras celestiais vejo e leio o meu novo nome entregue por um anjo em uma pedra branca. Um nome que só eu sei e Ele o chamado do Eterno Deus. Assento naquele conforto de rei, pois assim que somos chamados por eles pequenos reis, senhores e sacerdotes diante Daquele que é o grande eu Sou...

Agora sou convidado para conhecer minha ultima e eterna morada. Sou guiado pelas mãos daquele que me servira, passamos por um bosque sussurrante em um doce tom de tranquilidade e paz. Agora eu vejo aquilo que Jesus tinha dito como uma promessa. Não vos deixarei órfãos, mas vou vos preparar um lugar. 

Aquele lugar de conforto e paz foi preparado por um amor imensurável, pois tudo naquela mansão celestial foi arrumado com todas as belezas e conforto. Ali havia uma cama que não entendi, pois não vim para o céu de descanso, mas logo percebi seu significado que dizia assim; Descansa em paz meu servo bom e fiel no seu lugar preparado antes da fundação do mundo.

Um sono profundo me abateu e dormir no doce balanço da eternidade agora podemos chamar de o sono dos justos, ouvindo o som do bosque sussurrante no som da tranquilidade. O fogo da lareira aquecia o local onde pela janela vejo a neve cair tão branca como nossas almas lavadas no sangue do cordeiro. Neste momento fecho profundamente meus olhos e adormeço. 

Quando acordei ouvi um som de trinados de pássaros em suas multiformes e formosuras. Neste momento ouço a voz de um grande tenor que canta uma musica em linguagem celestial, abro a janela do meu lindo e aconchegante quarto e tenho uma visão; nesta visão toda a letra daquela musica conhecida na terra faz sentido pra mim!!!

Ele cantava assim: Além do rio azul, neste momento contemplo o rio cujas águas corriam lentamente soltando um som especifico como de uma musica de acalanto para dormir e acordar despertando na doce paz de um novo dia naquele deslumbrante e sereno lugar. A musica continuava, pois naquele lugar é regido por canções. Enquanto tudo ali fazia sentido em minha mente, uma musica de quem viu e viveu esta maravilha; Além do rio azul. 

As ruas são de ouro e de cristais. Ali tudo é vida, ali tudo é paz. Morte e choro, nunca mais. Tristeza e dor nunca mais. Verei a face do meu mestre querido. Não haverá mais noite ali. Não haverá nenhum clamor. Verei os olhos de Jesus. E tocarei seu corpo enfim. As nações andarão em sua luz. E as portas jamais se fecharão. A cidade é de ouro puro. De jaspe é seu muro.

Além do rio azul. Morte e choro, tristeza e dor. Nunca mais, nunca mais. Morte e choro, tristeza e dor. Nunca mais, nunca mais. A palavra nunca agora faz um sentido real, pois neste lugar não haverá mais tristezas e sofrimento. Somente alegria e felicidade plena!!! 

Começo a caminhar nas ruas de ouro com uma grande multidão e parecia que neste lugar são todos os dias manhã de domingo. Uma luz plena de um sol chamado o sol da justiça cujos raios solares não queimavam a nossa pele, mas uma luz intensa  de graça e brilho celestial, pois tudo aqui é cheio de uma claridade nunca vista.

Neste lugar caminhando nesta estrada do mais puro ouro de Ofir você olha para os lados e não vê a imagem de grandes construções ou arranha céus, mas todos tem sua mansão celestial seu lugar de conforto e todos tem a companhia de um anjo, não um anjo da guarda, pois neste lugar não corremos mais perigo, mas um anjo de companhia que seriam conservos, servos dos servos. 

Olhamos para o grande trono e todos podiam ver a sua plenitude dali emanava um perfume celestial que transcendia a qualquer das mais puras fragrâncias dos perfumistas. Ali naquele momento vejo a face do meu Mestre e Senhor da minha vida; E nesta visão, como João vejo o mais maravilhoso trono de Cristo no céu.

E daquele trono de gloria, saiam relâmpagos e trovões. Uma visão plena e grandiosa contemplamos a face do Rei dos Reis; Ele como semelhante a um homem porem com todo um grande esplendor. Vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro, tinha as roupas machadas de uma tinta vermelha que representa o sangue de nossos pecados pisados no lagar da sua ira. 

Destruindo todo pecado daquele que depositou Nele sua fé. E a sua cabeça e cabelos eram brancos como a lã branca de um dos mais cintilante e puro branco representando sua santidade, eram brancos como a alva lã, e os seus olhos como chama de fogo ardente; E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, era como um espelho que refletia toda a sua bondade e misericórdia.

Seus pés ainda marcados pelos cravos era como se tivessem sido refinados numa fornalha. De repente ficamos atentos para ouvir o que Ele queria falar, uma saudação de bem vindos para aquele lugar de graça e luz, gloria e paz e a sua voz era como uma voz de muitas águas. 

Sentia-me como se estivesse em uma linda praia quando ouvia Ele falar suas palavras eram tão fortes como as ondas bravias batendo sobre as duras rochas dos rochedos, mas ao mesmo tempo era suave e branda e enchia nosso coração de uma alegria incontida. Muitos pulavam em sua intensidade e seus rostos brilhavam assim como seus sorrisos tão brancos e angelicais. E todos se abraçavam, pois sentíamos como se tivéssemos um só coração e uma só alma.

Olhávamos para Ele e víamos sua gloria a gloria do filho unigênito de Deus que se tornou seu primogênito daquela grande família celestial. Aquela era chamada a santa Grei a reunião dos santos, a assembleia dos chamados para desfrutar da eternidade com Deus. O culto celestial a adoração na presença do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. Começamos a ouvir um orquestral dos mais afinados instrumentos tocados pelos anjos. 

Agora começa os cânticos dos anjos exaltando os feitos do cordeiro de Deus, glorificado nas vitórias Dele o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi que saiu para vencer colocando todos os seus inimigos aos seus pés. Naquele coro celestial ouvíamos como se tivéssemos uma só voz em um uníssono som dos céus. Neste momento de gloria sentíamos como se levitássemos nossos pés saiam do chão e subíamos bem altos em  alto e sublime refugio. Ali daquele lugar altaneiro podíamos ver as maravilhas celestiais do céu lindo céu.

Neste momento lembrei-me de um dos cânticos da terra, pois era somente isto que levamos como recordações de nossas mentes os cânticos da terra estendidos no céu. Céu, lindo céu! Céu, lindo céu!!! Há mansões celestiais, todas feitas por Deus, Céu, lindo céu!!! Céu, lindo céu!!! Eu vou pro céu, lindo céu. Com Cristo vou morar no lindo céu!!! Já estando além do rio azul, minha luta findou. Eu não tenho mais pecado, pois Jesus me lavou. 

Oh que glória na subida, nas alturas dos céus. Cantarei a linda história do Cordeiro de Deus... De repente uma mão toca as minhas mãos e vejo um grupo que eram mutilados na terra, eles glorificavam ao Deus do trono que havia na redenção restaurada seus membros. Agora não existiam mais muletas, cadeiras de rodas, pois os coxos andavam e também os cegos enxergavam.

Naquele lugar tudo era lindo em sua essência o choro foi trocado pelos sorrisos, não há mais esperanças, pois vivíamos aquilo que esperávamos Nele; vivíamos como aqueles que sonhavam e agora nossos sonhos eram realidades naquele lugar perfeito de gloria e paz. Ouço vozes de agradecimento e cada um de nós curvava e beijava os pés do nosso Deus em plena adoração. 

Aquela era parte do culto dos agradecimentos e à medida que abaixávamos de nossas cabeças caiam as nossas coroas, colocadas em nossas labutas na terra. Enquanto as coroas caiam escutávamos daquela voz que enchia o céu; sejam bem vindos meus servos valeu a pena o trabalho dos ceifeiros.

Ouço neste momento esta musica: Os fiéis são trasladados; seu trabalho aqui findou. A carreira desses santos, nesta vida já cessou. Do Senhor os bons ceifeiros, terminaram seu labor; A colheita completou-se: É a vinda do Senhor!!! Desta Terra estão subindo os remidos para o céu, Ao encontro do Deus Filho e vivo, que aparece além do véu. E o templo está deserto; sua pregação cessou. É noticia em toda parte: Jesus Cristo já voltou!!! 

Neste encontro glorioso vejo pessoas de varias nações de varias raças e países diferentes. Tribos de todas as terras se ajuntavam naquele lugar santo e perfeito. Embora fôssemos de raças diferentes falávamos a mesma língua e não havia confusão de idiomas e dialetos eram uma só a linguagem dos anjos a linguagem Daquele que estava no trono e não havia sotaques, pois éramos um só povo com um só Deus supremo.

Neste momento sou levado para um lugar especial um jardim que se chamava o jardim secreto. Começo a caminhar entre flores deste jardim em uma mistura de cores, e de repente escuto o barulho do bater das asas das borboletas que enchiam aquele lugar de uma beleza única. Varias borboletas de vários tamanhos e cores. Eu caminhava com todo o cuidado para não feri-las ou machuca-las, mas à medida que caminhava subiam mais e mais borboletas e aquilo enchia meu coração de paz naquele bendito lugar. 

Vejo um rio de luz cheio de pedras cristalinas e caminhava naquelas aguas doces e tranquilas, logo veio na minha mente as verdades daquele salmo que dizia; guia-me mansamente a águas tranquilas. O rio tinha em sua formosura todas as pedras preciosas de vários tamanhos e coloridos em suas formosuras e à medida que caminhava sai um som de meus pés e aquelas aguas trazia a tranquilidade necessária ao meu ser e refrigério para minha alma.

Em todos os lugares não sentíamos sós, pois sentíamos em todos os lugares uma doce presença; Há um doce Espírito aqui. E eu sei que é o Espírito de Deus. Já podemos todos perceber. A presença de Jesus, o Salvador. Doce presença, presença santa. Vem sobre nós e enche-nos com Teu poder. Te adoramos por Tua presença aqui. Que renovará os nossos corações. Louvado seja o Senhor... 

Termino este soneto com a musica vou morar no céu: Ter uma casa grande. Uma linda varanda, eu tenho vontade. Num lugar bem acessível. E se for possível, carros na garagem. Eu vivo lutando para construir. Para conquistar meu espaço aqui. Mas se isso eu não conseguir. Uma vida melhor me espera no porvir...

Morar no céu, morar no céu, pro céu eu vou. Morar no céu, morar no céu, pro céu eu vou. Esse negócio de pagar aluguel. Quando chegar no céu isso acabou. Morar no céu, morar no céu, pro céu eu vou. Morar no céu, morar no céu, pro céu eu vou. A minha casa nova lá no céu. Foi Jesus quem me deu, Ele já preparou!!! O meu Pai já me falou que lá não tem dor. Só tem alegria, que o lugar é um paraíso. E a cidade é mais linda, que o raiar do dia. 

Lá não existe ninguém triste e ali ninguém anda mais sozinho. Lá eu vou viver feliz... E terei você como meu vizinho. Morar no céu, morar no céu, pro céu eu vou. Morar no céu, morar no céu, pro céu eu vou. Esse negócio de pagar aluguel. Quando chegar no céu isso acabou. Morar no céu, morar no céu, pro céu eu vou. Morar no céu, morar no céu, pro céu eu vou...

A minha casa nova lá no céu. Foi Jesus quem me deu, Ele já preparou. Lá não precisa de contrato, Declaração de renda e nem fiador. Não existe corte de energia. Nem perturbação de cobrador. Você que está morando aqui. Numa casinha simples. Se preocupe não, Jesus já foi preparar lugar!!! E você vai morar numa linda mansão. 

Morar no céu, morar no céu, pro céu eu vou. Morar no céu, morar no céu, pro céu eu vou. Esse negócio de pagar aluguel. Quando chegar no céu isso acabou. Morar no céu, morar no céu, pro céu eu vou. Morar no céu, morar no céu, pro céu eu vou... A minha casa nova lá no céu. Foi Jesus quem me deu, Ele já preparou Morar no céu...

A minha casa lá no céu. Foi Jesus quem me deu, Ele já preparou. A minha casa lá no céu. Foi Jesus quem me deu, Ele já preparou... Em nossa vida com Deus nunca devemos voltar ou olhar para trás, pois quando mais prosseguimos mais perto estaremos de nossa salvação. Há um portal celestial e chave da entrada esta nas mãos de nosso Salvador Jesus Cristo. O cordeiro abriu o livro e trouxe-nos tão grande salvação com Ele viveremos para sempre...

 

Além do rio azul no mais perfeito e lindo soneto de amor; O SONETO DA TERCEIRA IDADE ALÉM DO RIO AZUL!!!

 

Deus te abençoe!!! Oswaldo de Souza...