MENSAGEM DA CRUZ

MENSAGEM DA CRUZ
ESPAÇO LITERARIO SOBRE A MENSAGEM DA CRUZ :

sábado, 16 de junho de 2012

Quem sou eu? Texto: Pr Maurilio Souza....

Quem sou eu?
Tenho um coração quadrangular!
Pertenço à assembléia dos santos!
Sigo os métodos dos metodistas!
Sou um anabatista!
Pertenço à igreja universal!
Sou adorador  e alguém que louva a Deus  nas comunidades!
Busco um amor ágape!
Reúno em um templo de milagres!
Sigo a cruz do calvário!
vivo na igreja de Deus!
Congrego na igreja mundial do poder de Deus.
Tenho uma vida nova com Jesus!
Jesus me fez viver uma nova vida!
Sou congregacional!
Tenho vontade de orar no jardim das oliveiras!
Chorei com o guetsemani!
Sou pescador de almas!
Navego nos mares de Deus!
Mergulho no oceano de bênçãos!
Portanto sou um cidadão do céu!
Que deseja mudar para uma cidade celestial, Jerusalém!
Que almeja viver a cada dia o primeiro amor!
Enfim:  j ejuo.
                  E nsino.
                  S irvo.
                  U nifico.
                  S onho os sonhos de Deus para minha vida,
                                  Amém. Pr Maurílio Souza.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

O SHOW GOSPÉL? OU FESTA DE MAMOM? (RIQUEZAS): vergonha evangélica...

Por causa do grande crescimento da música gospel nestes últimos tempos, alguns pensamentos extras bíblicos têm afetado o verdadeiro propósito de louvor e adoração no meio do “povo de Deus”, revelados nas Escrituras.
É fácil perceber que em muitos lugares, o louvor a Deus está sendo transformado em show, com a finalidade de trazer prazer e entretenimento ao homem. Muitos músicos têm levado na mente um conceito errôneo da palavra inglesa gospel e tem influenciado os jovens a pensar do mesmo modo.
 gospel = god + spell = Palavra de Deus = Evangelho.
Antes de qualquer coisa nas explicações sobre o tema, quero que você entenda o significado da palavra show quando ela for citada neste estudo:
1 - A palavra show deriva da língua inglesa significando apresentação. O verbo to show significa mostrar, apresentar, revelar, expor, etc. No dicionário Silveira Bueno de língua portuguesa show se define como espetáculo; apresentação musical ou teatral.
2 - Quando a palavra show for citada neste texto, ela abrangerá a apresentação musical em si e outras palavras relacionadas, tais como: contrato profissional, cachê, empresários, cobrança de ingressos, dinheiro, etc.
Creio que a música utilizada como veículo de louvor a Deus não deve ser utilizada da mesma forma que a música secular. Este é um problema que facilmente encontramos atualmente.
Muitos cristãos têm profissionalizado a música evangélica atual, ganhando rios de dinheiro com isto. Por este motivo, devemos ter cuidado para não trocar gato por lebre, relembrando a parábola do joio e do trigo.
Há músicos cristãos, hoje em dia, que mudam de igreja ou equipe musical quando começam a achar que não vão ter um "futuro promissor" nela. Eu, pessoalmente, creio que a música cristã deve almejar diferentes propósitos e ter diferentes visões.
Eu não posso acreditar que ela deva visar dinheiro, lucro, fama, ou qualquer outro motivo nunca citado nas Escrituras.
Algum tempo atrás, um grupo musical cristão muito conhecido foi convidado para vir a juiz de fora com o fim de apresentar o seu trabalho às igrejas locais.
A estadia deste grupo foi bastante divulgada em pequenos panfletos distribuídos dias antes do "show".
REFLITA NO ANÚNCIO PUBLICADO:
GRANDE SHOW:         
VENHA LOUVAR AO SENHOR COM A BANDA XXXXX !!!
Venha participar deste grande evento onde o pastor XXXXX estará orando por todos!!!
DIA: XX / XX / XX
VALOR DO INGRESSO: R$ 15,00
Ao ler este anúncio, comecei a me indagar sobre o primeiro problema que percebi: "Se algum irmão não tiver condições financeiras para adquirir o ingresso, ele não poderá louvar a Deus ou receber oração como os demais?".
Um outro problema é que o envolvimento com shows pode prejudicar gravemente as pessoas. Alguns anos atrás, um pastor contratou um famoso cantor para ele estar no estádio de futebol da cidade.
O valor do cachê foi fechado em R$ 20.000,00. No dia do evento caiu uma forte chuva e pouquíssimas pessoas compareceram ao local da apresentação. No final da história este pastor teve que vender a casa para pagar o empresário do cantor.
Este fato serve de exemplo para todos aqueles que estão envolvidos com a música cristã. Na hora de contratar um grupo para ministrar, questione em pensamento: "Se nós dissermos que não temos condições financeiras para pagar o cachê ao grupo, será que eles virão louvar do mesmo jeito?".
É importante que os músicos cristãos criem uma posição crítica sobre tudo o que acontece ao redor no ambiente cristão. Há muitos músicos e cantores "disfarçados" que se diz de Deus, mas possuem alvos e propósitos extras bíblicos.
A própria Bíblia nos manda vigiar, isto para que não sejamos confundidos. Em nenhuma parte das Escrituras nos deparamos com situações onde os levitas cantavam e faziam apresentações para o povo. A verdade é que todo o povo louvava e cantava ao Senhor juntamente com os diretores de música e cantores.
Podemos perceber que nos shows, as atenções não são voltadas a Deus, mas são geralmente direcionadas à banda que está no palco. Muitos ainda, vão a shows para buscar prazer ao corpo ou um divertimento diferente. Este é outro problema.
No livro dos Salmos, Davi enfatiza inúmeras vezes a ordem de louvor direcionada a Deus (Sl 9.11, 18.3, 21.13, 27.6,...). "Louvai ao Senhor", "Salmodiarei ao Senhor", "Cantai ao Senhor", "Engrandecei o Seu Nome", "Celebrai com júbilo ao Senhor", etc.
Percebemos que havia uma certa preocupação de Davi em conduzir o seu louvor direcionado a Deus e agradá-lo com suas músicas e poesias. Davi entendia o que era louvar a Deus e o fazia bem feito. Este é o propósito da música!
Ouvimos muitos irmãos dando "desculpas" para tocarem shows dizendo que foram chamados para trabalhar com música evangelística. Nada contra isto, mas observamos facilmente que o verdadeiro propósito de muitos é ser reconhecido pelas pessoas e não ganhar almas para Cristo e sim dinheiro.
Algumas bandas procuram cantar em festas mundanas, concursos musicais e quermesses, dizendo que vão testemunhar de Jesus, porém, muitas vezes isto não acontece. Nestes casos o estilo de vida dos músicos cristãos começa a passar uma imagem ruim para a sociedade.
As pessoas devem ter em mente que, num período de louvor, todos somos o palco e Deus é o auditório. Ele sabe tudo o que fazemos em cima do palco e sabe se estamos cantando com sinceridade ou não.
“A DEUS SEJA A HONRA A GLORIA A ADORAÇAO E EXALTAÇÃO E O LOUVOR, SOMENTE A DEUS QUE ATRAVÉZ DE JESUS NOS ABENÇOU COM TODA SORTE DE BENÇÃOS NAS REGIÕES CELESTIAL”! FIM.
“Deus abençoe sua vida” Pr Maurilio Souza.

A ARTE DE PERDOAR AS OFENSAS: MENSAGEM...

A ARTE DE PERDOAR AS OFENSAS:
(Mateus 18: 21ª35)
VAMOS INICIAR ESTE ESTUDO CONTANDO UMA PEQUENA HISTORIA:
A mãe de Lucas estava muito preocupada com ele. Eles já haviam ido a vários médicos, mas nada parecia fazer com que a ferida no joelho de Lucas sarasse. Ele havia se esfolado numa queda de bicicleta, meses atrás, mas por mais que tratasse, aquele machucado permanecia aberto. Porém um dia, aquela mãe cuidadosa flagrou Lucas. Ele levou um susto! Mas não tinha mais jeito, agora sua mãe sabia que ele descascava a ferida! - Por que você está fazendo isso, menino? Lucas não sabia responder o porquê de estar cometendo um ato do qual se envergonhava muito. O prejudicado era ele”.
Muitos de nós, adultos, costumamos fazer, com a nossa saúde EMOCIONAL E ESPIRITUAL, exatamente como o que Lucas fazia com o seu joelho, quando deixamos que a amargura seja alimentada no nosso interior.
Primeiro acontece algum atrito no relacionamento. Depois, em vez de resolvermos à questão, deixamos que a mágoa fique nos remoendo.
Quando não perdoamos, o mais prejudicado não é a outra pessoa; o sofrimento é reforçado em nós. Não perdoar faz com que sentimentos como ódio, mágoa e ressentimento perdurem.
Isto contribui negativamente para nossa saúde mental, física e espiritual. Elas estão intimamente ligadas. Muitas vezes, temos dificuldade em dar ou receber perdão.
Se você não tem muita facilidade em perdoar, provavelmente terá, também, dificuldade de se aceitar perdoado. Portanto, vamos aprender a arte do perdão.
1º - O QUE É O PERDÃO?
É o remédio para os atritos de relacionamentos entre as pessoas. A arte de saber perdoar e receber o perdão é uma ARTE que faz com que os relacionamentos sejam duradouros.
Na realidade, o perdão é um processo de cura que promove a saúde em todos os seus aspectos. Através do perdão, você faz as pazes com o passado, dá espaço para que a alegria se instale no presente e adquire esperança para o futuro.
Recebe e dar o perdão é a condição de Deus para sermos aceitos Por Ele. 1º - É como cancelar a divida, retirar queixas ou curar ferida.
2º - Enfim, é a reconciliação entre duas ou mais pessoas, do mais profundo do coração.
Obs: Se não houver o perdão as portas do relacionamento com Deus e das bênçãos espirituais, física e material são retidas assim como a divida da cruz, não seram pagas sem o perdão.
2º - COMO ELE ACONTECE
Às vezes, perdoar pode ser simples, mas muitas vezes, pode ser um processo. Para perdoar é preciso decidir. Sim! O perdão não acontece por acaso. Então, é preciso escolher e tomar a decisão de perdoar.
3º - QUANDO VOCÊ OFENDE:
Perdão não envolve somente o ato de perdoar, mas também o de pedir perdão. Ambos são importantes para o nosso desenvolvimento pessoal e espiritual como filhos de Deus. Para pedir perdão, é importante que você:
1) Reconhecer o seu erro; - 2) Estar sinceramente arrependido; - 3) Pedir, em primeiro lugar a Deus; - 4) Peça perdão à pessoa que você ofendeu; - 5) Procure se possível reparar o erro ou os danos causados Ex; Zaqueu - (Lucas 19:8); - 6) Esforce-se para não repetir a falta.
4º - QUANDO VOCÊ É O OFENDIDO:
Ao contrário do que muitos pensam que o perdão não é uma complacência com o erro. Quando perdoamos ou quando pedimos o perdão, não estamos concordando com o erro (do outro ou nosso), mas aceitando que o fato aconteceu.
Aceitamos as falhas do ser humano, apesar de não nos acomodarmos com ela. Quando tratamos as pessoas melhor do que elas merecem, estamos seguindo o exemplo de Jesus.
Pesquise sobre Jesus observa todos os relacionamentos que Ele teve, analise como Ele perdoou. Jesus sempre falava a verdade, mas sempre falava com muito amor e cuidado. Em Seu convívio com o povo, exercia o maior tato, dando atenção e bondosa consideração.
Jesus nunca foi rude; jamais pronunciava desnecessariamente uma palavra severa; nunca motivava dores desnecessárias a uma alma sensível. Ele não censurava as fraquezas humanas, mas ajudava as pessoas em suas mudanças de caráter.
5º - POR FIM TOMAR A INICIATIVA:
Muitas vezes guardamos ressentimentos por causa de uma discussão, um mal-entendido. Então, ficamos esperando que a pessoa toque no assunto, para então, “conceder perdão” ao “ofensor”.
Quando tomamos a iniciativa de conversar sobre os nossos sentimentos feridos, estamos contribuindo para a nossa própria saúde mental e para uma maior harmonia nos nossos relacionamentos no lar, igreja e sociedade.
1º - ESQUECENDO:
Perdoar não é esquecer, no sentido de apagar a ofensa da memória. Perdoar é esquecer no sentido de apagar a condenação. Você ainda vai lembrar do que aconteceu, mas não deixe que a recordação continue a tirar as cascas da ferida (lembra de Lucas).
Apesar de ainda ter o registro do caso no cérebro, não deixe que ele prejudique mais o seu relacionamento com o perdoado, pois já houve o perdão. “Sejam amáveis e prontos em perdoar; jamais guardem rancor” (Colossenses 3:13).
Se você perdoou, sepulte a ofensa e nunca mais use sua língua para reabrir o túmulo. Quando as lembranças vierem e você sentir um ressentimento apontando, corte o pensamento pela raiz. Decida isto! Não descasque a ferida novamente. Reconstrua o relacionamento.
2 - ACEITANDO QUEM OFENDEU VOCÊ:
Mesmo sabendo que a pessoa tenha agido de forma errada, transmita-lhe amor na medida em que você for conseguindo. Abrace – em todos os sentidos possíveis da palavra – o ofensor, dando-lhe um sorriso que substitua palavras.
POR FIM: Continue a admirar e a respeitar esta pessoa que é alvo do seu amor.
6º - CULTIVANDO O HÁBITO
Esteja sempre pronto para perdoar, faça disto um estilo de vida.
Se você tiver sempre a iniciativa de perdoar como um princípio estabelecido na sua vida e de encarar todos os relacionamentos, no dia em que for magoado profundamente, estará mais forte emocionalmente para sair dessa com menos dificuldade.
Os pequenos atos de perdão no dia-a-dia é a manutenção diária da limpeza de coração, é que vão lhe ajudar nisso. Portanto, perdoe a todos, sempre, até mesmo nas pequenas coisas.
Perdoe os seus pais, os seus irmãos, os seus parentes, o cônjuge, os seus vizinhos, amigos, colegas, irmãos de igreja e, até mesmo, os desconhecidos.
Você não terá nada a perder. Apenas ganhará habilidade, e talvez até o título, de um grande perdoador. Faça “todo o possível para viver em paz com todos” (Romanos 12:18).
7º - CONCLUSÃO: Todos nós temos dificuldade em dar e receber perdão. Mas é importante que você lembre de duas coisas:
1º - Deus é Aquele que está disposto a nos dar a cura interior, sempre que vamos a Ele, sinceramente arrependidos: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1João 1:9).
2º - Assim como o Senhor nos perdoou, devemos perdoar uns aos outros (Colossenses 3:13).
Vamos seguir o exemplo do Mestre? Que Ele abençoe a sua família.
Pr Maurilio Souza...

domingo, 10 de junho de 2012

URIM E TUMIM: ESTUDO - PR MAURILIO SOUZA..

Por ser assunto muito polemico e pouco conhecido entre o povo de Deus resolvi postar este estudo para esclarecer um pouco sobre o assunto do Urim e Tumim:

Nome de um ou mais objetos pertencentes ao Racional do Juízo que o sumo pontífice trazia ao peito de modo que estivesse sobre o coração do sacerdote quando se apresentava diante do Senhor (Ex 28.30; Lv 8.8). Estes objetos, provavelmente, eram guardados em uma dobra do Racional do Juízo, ou por baixo dele. Por meio do Urim e Tumim, o sumo sacerdote consultava a vontade de Deus em casos difíceis. Este processo não era aplicável a casos particulares, nem a interesses privados, e somente sobre negócios de interesse público. Por isso mesmo, o lugar do Urim e Tumim era no Racional do Juízo, onde se achavam gravados os nomes das doze tribos de Israel sobre pedras preciosas. Por meio do Urim e Tumim, se consultava a vontade de Deus acerca de assuntos judiciais e de negócios públicos (Nm 27.21; cp. Js 9.14; Jz 1.1; 20. 18,23,27,28; 1Sm 10. 22; 14.36-42; 22.10,13; 23. 9-12; 28. 6; 30.7,8; 2Sm 2.1; 5.19, 23,24.

O Urim e Tumim eram consultados, não só no onde estava a arca, Jz 20.27,28; 1Sm 22.10, como em qualquer outro lugar onde estivesse presente o pontífice devidamente autorizado. As respostas eram simples, consistindo em afirmativas ou negativas, nem sempre era este o caso, 1Sm 10.22; 2Sm 5.23,24. Ocasionalmente, também, quando o pecado havia interrompido a comunhão com Deus, não havia respostas, 1Sm 14.37; 28.6. Não se encontram referências ao Urim e Tumim, depois do reinado de Davi. Depois da volta do cativeiro, nenhum dos sacerdotes usava o Urim e Tumim, Ed 2.63; Ne 7.65. Somente o sumo sacerdote poderia gozar o privilégio de consultar o Senhor por meio do Urim e Tumim. leste privilégio constituiu a glória da tribo de Levi, Dt 33.8.
Tem havido diferentes explicações sobre o Urim e Tumim. Por exemplo: procuram descobrir analogia com as insígnias de que usava o sacerdote egípcio, quando funcionava como supremo juiz. Dizem os escritores clássicos que ele trazia um emblema suspenso ao pescoço por uma cadeia de ouro, representando a verdade, somente enquanto duravam as suas funções de juiz, que colocava sobre a pessoa a favor de quem pronunciava a sentença. Não existem provas que indiquem que tal insígnia também servisse para consultar a vontade divina. Outros são de parecer, que por ocasião de o sacerdote vestir o éfode com o Urim e Tumim e fazer oração a Deus, ocorria-lhe uma idéia, cuja origem divina se confirmava por um brilho estranho produzido pelas pedras preciosas do Racional do Juízo, ou peitoral. Deste fenômeno se originou a palavra Urim, que quer dizer luzes. Tem-se pensado que as respostas se percebiam através de um brilho sucessivo das letras que formavam os nomes próprios, gravados nas pedras; mas para nada dizer sobre o fato de que o alfabeto completo não havia produzido estes nomes, e que em várias das respostas de que há notícia, existem letras que não se encontram nas pedras, a idéia integral cheira aos milagres inventados pelos sacerdotes gregos e romanos, inteiramente estranhos aos métodos e concepções do ritual hebraico. Existem apenas duas teorias dignas de atenção.
1) O Urim e o Tumim eram um ou mais acessórios do éfode e que dele se podiam separar para serem usados à maneira de dados, e pelo modo por que caíam, revelavam a vontade de Deus. Esta é realmente uma concepção possível, mas sem provas a seu favor. Procuram firmar esta teoria, dizendo que duas vezes se faz referência ao lançamento de sortes, em íntima conexão com as consultas ao Urim e Tumim (1Sm 10. 19-22; 14.37-42). Neste último caso, Saul rogou ao Senhor que lhe desse a conhecer por meio da sorte porque é que não respondia ao seu servo. A palavra usada no original é thamim; que se pronunciava thummim. Assim sendo, o Urim e Tumim era uma espécie de sorte. Mas nas duas passagens citadas, o lançar as sortes é ato distinto de consultar o Senhor, e se realizava para propósito diferente daquele que pedia conselhos.
2) O Urim e Tumim não fazia manifestações exteriores, era antes um símbolo. O sumo sacerdote vestia o éfode com o Urim e Tumim, sinais de sua investidura para obter a luz e a verdade, como as duas palavras indicam, a fim de que pudesse buscar o conselho de Jeová da maneira por Ele indicada. Humildemente punha diante de Deus a sua petição. A resposta vinha-lhe à mente; e como tivesse feito o seu pedido de acordo com as Instruções divinas e baseada na promessa de que receberia luz e verdade, tinha-a como a expressão da vontade de Deus. A fé em Deus baseava-se na evidência das cousas não vistas. Esta interpretação do Urim e Tumim harmoniza-se com o espírito de todo o ritualismo do tabernáculo. A resposta consistia em uma iluminação interna, sem nenhum sinal exterior em paralelo com as revelações dos profetas.
"Deus te abençoe" Pr Maurilio Souza...


domingo, 3 de junho de 2012

BEBER O SANGUE DE JESUS: MENSAGEM...

VAMOS OBSERVAR ANTES VARIOS TEXTOS DA BIBLIA: “...mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas” (Hb 9.12). - “...muito mais o sangue de Cristo... purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!” (Hb 9.14). “Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus...” (Hb 10.19). “Mas tendes chegado... a Jesus, o Mediador da nova aliança, e ao sangue da aspersão” (Hb 12.22,24). “Por isso, foi que também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta” (Hb 13.12). “Ora, o Deus da paz, que tornou a trazer dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor... pelo sangue da eterna aliança...” (Hb 13.20).
 
Por tais palavras, o Espírito Santo nos ensina que o sangue é realmente o poder central em toda nossa redenção. “Não sem sangue” é tão válido no Novo Testamento quanto no Velho.
Nada além do sangue de Jesus, derramado em sua morte pelos pecados, poderá cobrir o pecado, do lado de Deus, ou removê-lo, do nosso.
O QUE É BEBER O SANGUE DE JESUS?
Temos aqui um dos mais profundos mistérios da vida de Deus em nós.

Convém que nos aproximemos do assunto com profunda reverência e vamos pedir ao Senhor Jesus que nos ensine o significado verdadeiro de beber o seu sangue.
 
1º - Assim como a água tem uma dupla função, o mesmo ocorre com o sangue. Quando a água é usada para lavar, o resultado é purificação ou limpeza;

2º - Quando é usada para beber, somos refrescados e reanimados. Todos conhecem a diferença entre as duas funções.

Por mais necessário e agradável que seja usar a água para limpeza, é muito mais essencial e revigorante usá-la para beber. Sem sua ação de purificação, não podemos viver como devemos; contudo, sem bebê-la, não podemos nem viver.

É SÓ QUANDO É INGERIDA QUE A ÁGUA EXERCE SEU PODER DE SUSTENTAR A VIDA.
 
Sem beber o sangue do Filho de Deus – ou seja, sem a mais plena e intensa apropriação dele – não se pode ter vida eterna.
 
Para muitos, pode soar estranha à expressão: “beber o sangue do Filho de Deus”, mas para os judeus que ouviram Jesus era ainda mais ofensivo, pois além da repugnância natural, na lei de Moisés o uso de sangue era proibido, sob severas penalidades. Podemos estar certos de que nosso Senhor não teria usado essa expressão se não representasse uma verdade fundamental.
ERA IMPOSSÍVEL DE SER COMUNICADA DE OUTRA FORMA.
 
1 - Portanto, beber o sangue significa que há uma função do sangue que vai muito além de purificação ou santificação; o sangue não só realiza algo por nós, colocando-nos num novo relacionamento com Deus, mas também efetua algo em nós, renovando-nos interiormente.

2 - É isso que Jesus quis mostrar quando disse: “Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos” (Jo 6.53). Nosso Senhor distingue aqui dois tipos de vida.

1º - Os judeus que ali estavam tinham uma vida natural de corpo e alma. Muitos eram homens devotos e bem-intencionados, mas Jesus disse que não tinham vida em si mesmos a menos que comessem sua carne e bebessem seu sangue.

2º - Precisavam de uma outra vida – uma nova vida do alto que havia em Jesus e que só ele podia comunicar, UMA VIDA ESPIRITUAL.
 
Todo ser vivo criado precisa buscar nutrição fora de si mesmo. A vida natural é sustentada por pão e água. A vida celestial precisa ser nutrida por comida e bebida celestiais, fornecidas pelo próprio Jesus.

Nada menos do que a vida de Jesus, a vida que ele viveu como Filho do homem sobre a Terra, pode nutrir a nossa vida como novas criaturas.
Nosso Senhor enfatizou isso de forma ainda mais forte nestas palavras: “Quem comer a minha carne e beber o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6.54). A vida eterna é a vida de Deus.

Jesus veio a Terra, primeiro para revelar essa vida eterna e, depois, para comunicá-la a nós que vivemos na carne.
Nele a vida eterna habitou pelo poder divino num corpo de carne, que depois foi elevado ao céu.

De acordo com suas palavras, aqueles que comem sua carne e bebem o seu sangue experimentarão também, em seus próprios corpos, o poder da vida eterna. “Eu o ressuscitarei no último dia”.

A maravilha é que em Cristo a vida eterna se manifestou num corpo humano.

E, para nós, é tão importante ser participantes desse corpo quanto o é participarmos da vida do seu Espírito; é isso que garante que o nosso corpo, cheio dessa vida, um dia será ressuscitado dos mortos como Cristo.
 
Jesus ainda disse: “Minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue é verdadeira bebida” (v. 55).

A palavra traduzida verdadeira aqui é a mesma palavra que Jesus usou na parábola da videira: “Eu sou a videira verdadeira” (Jo 15.1).
Ele estava mostrando a diferença entre o que é apenas um símbolo e o que é uma realidade presente. Comida natural não é comida verdadeira, pois não transmite verdadeira vida.

A única comida verdadeira é o corpo e o sangue do Senhor Jesus Cristo, porque comunica e sustenta uma vida real, não uma vida simbólica ou uma mera sombra.
 
Para mostrar a realidade e o poder dessa comida, nosso Senhor acrescentou:
“Quem comer a minha carne e beber o meu sangue permanece em mim e eu nele” (Jo 6.56).
A alimentação da carne e do sangue de Jesus efetua a mais perfeita união com ele. É por isso que sua carne e seu sangue têm tal poder de vida eterna.
Ele declara aqui que aqueles que crêem nele não experimentarão meras influências em seus corações, mas entrarão na mais íntima e permanente união com ele: permanecerão em Jesus e Jesus neles.
CONCLUSÃO: 1º - A bênção de beber o sangue do Filho do homem é tornar-se um com ele, é participar da natureza divina. 2º - É uma união tão real quanto a união entre o Pai e o Filho: “Assim como... eu vivo pelo Pai, também quem de mim se alimenta, por mim viverá” (Jo 6.57).
3º - Assim como na natureza divina e indivisível, as duas Pessoas do Pai e do Filho são verdadeiramente uma, igualmente o homem se torna um com Jesus.

“Deus te abençoe”
Não sem sangue e bebendo o sangue. Pr Maurilio Souza.

sábado, 2 de junho de 2012

ESPÍRITO DE OUSADIA: CRÔNICA PASTOR MAURILIO SOUZA.... .

Os dias e dias não mudam quando não mudamos, passam a serem iguais e enfadonhos, cansativos e monótonos... Se ha constâncias em nossos cansaços e desânimos, desistimos e com isso demonstramos nossa falta de confiança em Deus deixando de exercitar na pratica o poder regenerador e fortalecedor da palavra que Ele nos fala, negando suas promessas. Sem a orientação da palavra que sai da boca de Deus nossos dias se cercam de negras nuvens de sombras de duvidas, impedindo-nos de enxergar a lâmpada acessa por Deus em lugar alto chamado Golgota o monte da redenção...
O covarde o desanimado que abandona sua luta, deixando de ser ousado e transferindo para outro o que seria sua única responsabilidade, permitindo que as pressões e grandes desafios da vida sejam mais forte que nossos objetivos, sonhos e planos, derrubando pela incredulidade o poder transformador de um Deus que será sempre maior que nossos problemas, desafios e revezes...
Os leões seram derrotados, não desfaleceremos nas covas, não morreremos nas fornalhas dos ateus este não será o nosso fim, os desertos não seram nossas prisões e os vales de Baca (sofrimento) seram mananciais abundantes, nossos sonhos não morreram na infertilidade de nossos pensamentos inconversos, mas ressuscitaram pela fertilidade nos pensamentos celestiais do Deus eterno...
Portanto; exercitamos á ousadia, pois nosso Deus não nos deu um espírito de covarde e sim de um vencedor. Lembrem-se: A vida eterna é dada aos corajosos e não aos covardes que ficam a beira do caminho sem permitir que a palavra e poder de Deus sejam os centros de sua vida...
"Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio"(2 Tm 1:7).... "Deus te abençoe" Pr Maurilio Souza.... 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

CONFISSÃO DE FÉ DA COM. CRISTÃ EM UBÁ: Pr Maurilio Souza...

CONFISSÃO DE FÉ DA COM. CRISTÃ EM UBÁ:
Artigo 1° - DA DOUTRINA DA TRINDADE: Cremos que há um só Deus na Sua essência, mas que subsiste em três pessoas distintas, co-iguais em poder e em glória e co-eternas. Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, tendo os mesmos atributos e perfeições - Mt. 3.16,17; 28.18,19; Jo 14.16,17;16.12-15; 2 Co 13.13; Gl. 4.6, 7; Hb. 9.14; I Jo 2.22,23; 5.6-12.
Artigo 2° - DA DOUTRINA DE DEUS PAI: Cremos em Deus Pai, pessoal, Espírito, eterno, infinito, imutável e insondável em seu Ser; criador, preservador e consumador de todas as coisas; o Qual Se revelou ao mundo pelo Filho e pelas Suas obras, dando-nos a conhecer a Si mesmo e tudo quanto requer para nossa conduta e procedimento aqui no mundo. Dt. 33.24; Sl. 9.2; 139.7-12; Is. 40.28; Jer. 10.10; 23.24; Mt. 5.45-48; Mc. 12.19-30; Luc. 12.32; 24.39; Jo 1.18; 4.24; 5.37-39; 14.28; At. 17.24-29; Rom. 1.20; I Co 8.4-6; I Tm 1.17; Hb. 1.1-4; 7.3; Tg. 1.1-18.
Artigo 3° - DA DOUTRINA DO FILHO JESUS CRISTO: Cremos em Deus Filho, Jesus Cristo, o unigênito do Pai, concebido pela serva de Deus e Virgem, Maria por Obra e graça do Espírito Santo, que viveu sem pecado, morreu para expiação de nossas culpas, ressuscitou para nossa justificação, ascendeu à destra do Pai para nossa mediação, de onde voltará para julgar os vivos e os mortos. Sl. 2.1-8; Is. 7.14; Mt. 1.18-21; Jo 1.1-3; 8.56-58;10.30; Rom. 4.24,25; II Tes. 2.5,6; Hb. 4.14-16; I Pe.4.5; I Jo. 4.8,9.
Artigo 4° - DA DOUTRINA DO ESPÍRITO SANTO: Cremos em Deus Espírito Santo, da mesma essência do Pai e do Filho, regenerador, santificador, consolador das nossas vidas.
E que habita no crente desde o momento da sua conversão a Jesus Cristo. Sl. 4.6; Jo 14.16, 17; 16.7-14; 2 Co. 3.16-18; Ef. 2.17,18; II Tes. 2.13; Tito. 3.4,5; I Pe. 1.3-12. Cremos no batismo por imersão nas águas e com o Espírito Santo efetuado no momento da conversão a Jesus Cristo pelo Qual o crente é introduzido no Corpo de Cristo, a Igreja. Jo. 1.33,34; 14.16,17; I Co 12.12,13; Gl. 3.27; Ef. 1.13. Cremos nos dons espirituais concedidos por Cristo, por intermédio do Espírito Santo, a todo crente, para edificação, aperfeiçoamento e unidade do Corpo de Cristo. Rom. 12.6-8; I Co. 12.4-11; Ef. 4.7-12; I Pe. 4.10,11.
Artigo 5° - DA DOUTRINA DAS ESCRITURAS SAGRADAS: Cremos na plena inspiração divina e na inerrância (sem erros) dos manuscritos originais das Escrituras Sagradas - Antigo e Novo Testamento, formados por sessenta e seis livros que foram escritos por homens santos e da parte de Deus. Aceitamos as escrituras como única regra de fé suficiente e infalível da revelação de Deus em Seu propósito redentor e como norma para a nossa conduta aqui no mundo. A regra infalível de interpretação das Escrituras é a própria Escritura. Deut. 4.2; Sl. 119.112; Is. 8.19,20; Dn. 9.2; At. 7.38; 2 Tm. 3.16; Hb. 1.1; 2 Pd. 1.19-21; Ap. 22.18,19.
Artigo 6° - DA DOUTRINA DO PECADO: Cremos que houve rebelião no céu, chefiada por Lúcifer e seguida por seus anjos, cujo alvo, desde então, é destruir as obras de Deus, tornando-se, assim, o agente pessoal da maldade com hostes demoníacas e o principal responsável pela entrada do pecado no mundo e a infelicidade humana. G. 3.1-7; Is. 14.12-15; Ez. 28.13-17; Mt. 4.8,9; Jo 12.31; Ef. 5.12; I Jo. 5.19.
Reconhecemos que Lúcifer, também conhecido por satanás ou diabo, é uma pessoa, autor do pecado e causador da queda do Homem. Mt. 4.1-11, 25-41; I Pe. 5.8; Ap. 20.10. Reconhecemos a operação demoníaca de Satanás e seus anjos (demônios) ou espíritos maus, no sentido de impedir a conversão dos Homens a Jesus Cristo e oprimir os crente. Jo. 1.1-12; Mc. 9.37-43; Ef. 6.11,12; I Pe. 5.8,9.
Artigo 7° - DA DOUTRINA DO HOMEM: Cremos que o Homem foi criado por Deus, exatamente conforme a descrição de Gênesis, livre e responsável, com santidade positiva, em estado ideal de perfeição, porém, não guardou o seu estado original, sendo tentado por satanás, não resistiu, caiu em pecado e foi expulso da presença de Deus, passando a viver em miséria moral e espiritual, comprometendo todo o gênero humano. Gn.2.7-17; 9.24; Sl. 51.5; Rom. 3.24; 5.12-21.
Artigo 8° - DA DOUTRINA DA ALMA: Cremos na imortalidade da alma, em sua existência perpétua e consciente, em estado de salvação e gozo no céu ou em estado de perdição e miséria no inferno. Gen. 2.7; Ecl. 3.11; 12.7; Dn. 12.12.2; Mt. 25.31- 46; Luc. 16. 22-31; 19.21; Ap. 20.10-14; 21.7,8.
Artigo 9° - DA DOUTRINA NAS CONSEQUENCIAS ETERNAS: Cremos na existência do inferno, lugar que Deus preparou para o diabo e seus anjos (demônios), mas que será também o destino eterno das almas que recusam a Jesus como Salvador e Senhor. Mt. 25.41-46; Mc. 9.43-48; Luc. 16.22,23; Ap. 20.10-14; 21.8.
Artigo 10° - DA DOUTRINA DAS RECOMPENSAS DA SALVAÇÃO: Cremos na salvação eterna somente pela graça de Deus mediante a fé no sacrifício expiatório de Nosso Senhor Jesus Cristo, consumado na cruz, operada pelo poder regenerador do Espírito Santo, mediante o novo nascimento, selando-nos para o dia da redenção. Luc. 19.10; Jo. 16.7-11; At. 4.12; Rom. 4.24,25; 6.23; 2 Co. 5.17; 2 Tm. 2.19.
Artigo 11° - DA DOUTRINA DA IGREJA: Cremos na Igreja como a universal assembléia dos santos e que existe em todas as partes da Terra em congregações locais, como unidade do povo de Deus, eleita e separada do mundo, instituída por Nosso Senhor Jesus Cristo, para o aperfeiçoamento e serviço dos santos. Mt. 16.16-19; Jo. 17.22-26; 2 Co 11.2; Ef. 4.10-16; 5. 22-27; 2 Tm. 3.15; Hb. 12.22-24; I Pe. 2.9,10.
Artigo 12° - DA DOUTRINA DO BATISMO: Cremos no batismo nas águas como profissão de fé, realizado em nome do Pai, do Filho e do E. Santo, em testemunho público de fé e como símbolo externo da obra regeneradora operada interiormente pelo batismo no Espírito Santo, para união ao Corpo de Cristo. Mt. 28.18- 20; At. 10.44-48; Rom. 6.1-14; 8. 12-17; I Co. 12.12-14.
Artigo 13° - DA DOUTRINA DA SANTA CEIA: Cremos que o Senhor Jesus Cristo instituiu a Santa Ceia, com os elementos pão e vinho, representantes de Seu corpo e sangue, para manter a comunhão dos santos e anunciar a morte, ressurreição e a segunda vinda de Cristo. Mt. 26.26-31; Mc. 14. 22-26; Jo. 6.42-59; I Co. 11.23-29.
Artigo 14° - DA DOUTRINA DA SEGUNDA VINDA DE CRISTO:  Cremos na segunda vinda de Cristo, pessoal, física e visível, para ressurreição dos mortos, arrebatamento da Igreja, julgamento das nações, estabelecimento do Seu Reino e consumação de todas as coisas. Dn. 12.2; Mt. 24.29-31; 25.31,32; 26.63,64; Mc. 13.3-37; Luc. 21.25-28; Jo. 14. 1-3; At. 1.9-11; I Tes. 4.13-18; II Tes. 2.7,8; Ap. 3.11; 20. 1-13.
Artigo 15° - DA DOUTRINA DA CONSUMAÇÃO: Cremos no juízo final de Deus, no estabelecimento de um novo céu e uma nova terra para habitação eterna dos salvos e na implantação do governo universal de Deus. Is. 65.17-25; I Co. 15. 24-28; Ap. 20. 11-15; 21. 1-5.
Este é o nosso credo cristão e evangélico com ele professamos daquilo que cremos e constituímos nossa pratica no dia a dia. Com ele aprendemos a conduzir-nos em meio à sociedade. Buscando aprender e praticar e também ensinar com aqueles que convivemos, as pessoas que relacionamos. Mostrando o Deus salvador e regenerador com nossa pratica no viver diário.
ORAÇÂO: Creio em Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo todo poderoso criador do céu e da terra. Creio na palavra de Deus, a bíblia que me ensina sobre Jesus Cristo e que constitui a doutrina do meu viver. Creio na condenação do pecado e sua conseqüências, mas creio também no poder restaurador e salvador da cruz de Cristo que se entregou levando sobre Ele minha condenação e enfermidades e lavando no seu sangue remindo-me dos meus pecados. Na cruz Jesus trouxe a minha justificação inocentando-me e dando-me a vida eterna. Amém –
“Deus te abençoe” Pr Maurilio Souza...