MENSAGEM DA CRUZ

MENSAGEM DA CRUZ
ESPAÇO LITERARIO SOBRE A MENSAGEM DA CRUZ :

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

MOTIVAÇÃO: POR MAURÍLIO SOUZA ESCRITOR E HISTORIADOR BÍBLICO!!!


Estamos cansados de ouvir murmuradores e queixantes dizendo que não vai mais à igreja, pois só tem fofoqueiros, mentirosos e pessoas de mau caráter. 

OBS: Pessoas que falam deste jeito e em tom de acusação estão fazendo o trabalho do acusador, portanto são funcionários daquele que é chamado de diabo que quer dizer acusador. Quero fazer uma pergunta sutil e solicita?

Você que é um dos tais que criticam e frequentemente são queixosos, Você deixa de ir a uma festa ou baile? Nestes lugares tem todos os tipos de pessoas inclusive os tais que são criticados por você e muitos ainda piores, sua motivação ai é diversão.

Você deixa de trabalhar e ganhar seu dinheiro no suor do seu trabalho? E deixa de trabalhar por ter lá pessoas cheias de defeitos que você critica tanto? Sua motivação ai é financeira o dinheiro...

Esse tipo de pessoa está em todos os lugares, inclusive na igreja, que é o lugar de PESSOAS IMPERFEITAS EM BUSCA DE MUDANÇAS. Agora olha pra dentro de você. Achou perfeição? Nosso relacionamento na igreja é um chamado a buscar a transformação e mudanças: O fofoqueiro deixar Deus mudar sua linguagem, o mau caráter deixar o Espírito Santo mudar sua vida, a igreja é o lugar de o mentiroso tornar-se no poder de Jesus Cristo uma pessoa verdadeira.

Meus amigos e meus irmãos se você quer uma igreja perfeita: Seja perfeito e ajuda os imperfeitos a se aperfeiçoarem!!!

Igreja é lugar de transformação. Igreja é lugar de perdão. Igreja é Lugar de misericórdia. Igreja é um lugar de milagres o tanque de Betesda. Igreja é lugar de relacionamento. Igreja é onde se encontra a família de Deus. Igreja é um organismo vivo e que todos os dias sofre mudança. Igreja é um lugar de salvação. Igreja é a sala de espera para os lugares celestiais. Igreja é a ante-sala da eternidade!!!

A MOTIVAÇÃO DE QUEM VAI À IGREJA DEVE SER A SALVAÇÃO DA SUA ALMA, MAS LEMBRAM-SE: CADA UM VAI DAR CONTA DE SI MESMO!!!

Não deixando a nossa congregação faltando aos cultos, como é costume de alguns que criticam e murmuram contra seus irmãos, antes admoestando-nos, ensinando e suportando uns aos outros em amor e perdão; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia; O DIA DA VOLTA DO NOSSO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO QUE VEM BUSCAR A SUA IGREJA. AQUELES IMPERFEITOS, MAS QUE PERSEVERAM NA BUSCA DA PERFEIÇÃO SEM DESANIMAR. AMÉM!!! Hebreus 10:25 – Parafraseado... Deus te abençoe!!!

Maurílio Souza...
  

SEPTUAGÉSIMA NONA LIÇÃO DO SEMINÁRIO E ENSINAMENTOS PARA OS SERVOS DE DEUS!!! CRISTOLOGIA A DOUTRINA DE CRISTO: POR MAURÍLIO SOUZA ESCRITOR E HISTORIADOR BÍBLICO...



CRISTO o mediador:

Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem... (1 Timóteo 2.5).

INTRODUÇÃO:

A morte de Cristo é o tema básico do Novo Testamento, que a menciona cerca de 175 vezes. O Senhor Jesus disse que Sua morte era o propósito de Sua vinda: Tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos (Mateus 20.28). Que Ele morreu, não se discute. As questões que se levantam dizem respeito a como Ele morreu, o que significa a Sua morte e quais os benefícios dela. É nestas questões que nos deteremos nesta lição.

A QUALIFICAÇÃO DO MEDIADOR:

Mediar, de acordo com o uso comum do verbo, quer dizer colocar-se entre duas partes; fazer a necessidade de mediação da desavença entre as partes. O pecado rompeu a boa relação entre o Criador e as criaturas.

E como todos os homens continuaram sendo pecadores, a relação entre os homens e Deus necessitava dos serviços de um mediador, de alguém que pudesse unir as partes e restabelecer a harmonia e a felicidade.

Esse mediador é Jesus Cristo, Aquele que veio ao mundo tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana para realizar essa obra de mediação. Jesus Cristo reúne as qualidades indispensáveis exigidas por tal ato de mediação, a saber:

POSSUIR UMA NATUREZA DUPLA – DIVINA E HUMANA:

Quando a desavença é entre dois homens, um terceiro homem pode mediar, pois este continua sendo homem, conhece a natureza dos outros dois, podendo assim media com justiça. Porém, agora nos encontramos com a dificuldade de que, aquele que quer mediar entre Deus e os homens, necessitará, de acordo com esta regra, ter duas naturezas – a divina e humana – para poder mediar com justiça. Como é possível alcançar esta união? Unicamente pela encarnação. Essa união desejada somente o Cristo encarnado a possui e ainda que não possamos compreender o mistério de sua pessoa, nós podemos ver a necessidade e condição.

Como Deus, Ele dá uma mão a Deus; e, como homem, dá uma mão aos homens para fazer a reconciliação. Se pensarmos na cruz como o clímax dessa mediação, descobriremos que, como homem, Ele podia morrer pelos homens; e, sendo Deus, ele acrescentou ao Seu sacrifício um valor infinito, mais do que suficiente para salvar a todos os homens.

SER SANTO: Uma criatura contaminada pelo pecado não poderia mediar neste caso. A santidade era absolutamente necessária para poder mediar diante de um Deus santo. De tal necessidade se diz: Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus - (Hebreus 7.26). Esse mediador ideal é Jesus Cristo. Como alguém têm dito, Seu maior milagre foi viver em santidade num mundo de pecado.

PODER MORRER: A Obra da mediação tinha que culminar com a morte do mediador a favor dos homens, pois não havia outra forma possível de resolver a situação. Para poder morrer, foi que Cristo se fez homem. A evidência principal de que ele poder morrer é que morreu!!! (Mateus 27.50; Hebreus 8.15-17).

TEORIAS SOBRE O SIGNIFICADO DA MORTE DE CRISTO: Ao longo dos séculos têm surgido muitas teorias que tratam de explicar o significado da morte de Cristo. Dentre as mais importantes estão as seguintes: A TEORIA DO PAGAMENTO A SATANÁS: Esta teoria foi sustentada por Orígenes, Agostinho e outros. A morte de Cristo, segundo eles, foi um pagamento do resgate a Satanás para libertar o homem das pretensões que o Diabo tinha sobre ele. Esta teoria resulta de tomar uma figura de linguagem além de sua intenção original.

A TEORIA DA RECAPITULAÇÃO: Cristo recapitulou em Sua vida e morte todas as etapas da vida humana, mudando o curso que a humanidade tomou em Adão. A desobediência de Adão é compensada com a obediência de Cristo. Isso foi defendido por Irineu (130-200 d.C.). A TEORIA DA SATISFAÇÃO: Cristo morreu para satisfazer a honra de Deus que havia sido ofendida.

Anselmo (1033-1109) foi seu maior defensor. Alguns objetam esta teoria dizendo que o pecado viola mais do que somente a honra de Deus. A TEORIA DA INFLUÊNCIA MORAL: Com esta teoria, Abelardo (1079-1142 d.C.) se opôs a teoria comercial de Anselmo. A morte de Cristo não era uma satisfação da lei divina, mas sim uma demonstração do amor de Deus. Porém, a morte de Cristo é mais do que isso. É substituição.

A TEORIA DE TOMÁS DE AQUINO: Aquino combinou Anselmo e Abelardo e sua doutrina se tornou a norma da Igreja Católica. Ainda que ele não considerava necessária a morte de Cristo para aplacar a ira de Deus, ele reconhecia que Cristo pagou alguma satisfação pelo pecado, a qual se aplicava àqueles que se uniam a Cristo e à sua igreja. A TEORIA DO EXEMPLO: Esta foi sustentada por Socínio. Cristo morreu como um mártir e é, portanto, nosso exemplo. Porém, não estabelece uma relação direta entre a morte de Cristo e a salvação dos pecados.

A TEORIA GOVERNAMENTAL: A morte de Cristo era necessária para mostrar que Deus repudia o pecado. O governo moral de Deus o exigia, porém, não houve, estritamente falando, uma satisfação pelo pecado. Esta teoria foi defendida por Grócio. A TEORIA MÍSTICA: Se parece com a teoria da influência moral. Cristo podia pecar, porém, foi livrado pelo Espírito Santo. Foi gradualmente purificando a natureza humana a qual na ocasião de Sua morte foi extirpada e, com ela, a depravação original. Esta transformação se constitui na redenção.

A TEORIA DO ARREPENDIMENTO VICÁRIO: Está fundamentada na suposição de que um arrependimento verdadeiro foi suficiente para expiar o pecado e que Cristo o realizou na cruz. Admite que o pecado não mereça castigo. A TEORIA DOS REFORMADORES: Em geral, seguem a mesma teoria de Anselmo, porém, vão além dele, afirmando que:

O pecado é a transgressão da lei divina, não somente uma ofensa à honra de Deus; Cristo morreu para satisfazer não somente a honra de Deus, mas sim, primordialmente, a Sua justiça; A morte de Cristo é vicária; Por meio da fé há uma união espiritual entre o crente e Cristo a qual permite ao crente apropriar-se dos benefícios de Sua morte.

FATOS SOBRE A MORTE DE CRISTO: A primeira verdade sobre a morte de Jesus é que ela não foi espiritual ou que apenas pareceu que Ele morreu.

Quando a Bíblia fala de Sua morte, ela não está usando de alegoria ou símbolos; antes, está declarando um fato, um acontecimento literal e histórico. Jesus morreu de fato e de verdade. Os apóstolos foram testemunhas deste fato (Atos 5.32; 10.39). Paulo confirmou que todos os fatos referentes a Cristo, o que inclui a Sua morte, eram fatos históricos facilmente comprovados em seu tempo, dizendo ao Rei Agripa:

Porque tudo isto é do conhecimento do rei, a quem me dirijo com franqueza, pois estou persuadido de que nenhuma destas coisas lhe é oculta; porquanto nada se passou em algum lugar escondido. - (Atos 26.26).

A morte de Cristo foi histórica e foi física. Seu corpo realmente faleceu e perdeu a vida: Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados - (1 Pedro 2.24; ver também João 19.28-37). A morte que o Senhor experimentou não somente foi histórica e física, mas também foi eterna (Mateus 27.46) e judicial (2 Coríntios 5.21).

OS BENEFÍCIOS DE SUA MORTE: Os benefícios da morte de Cristo estão descritos principalmente em quatro termos: A MORTE DE CRISTO FOI UMA SUBSTITUIÇÃO. Com isto nós queremos dizer que o Senhor morreu em lugar dos pecadores. Não somente morreu em benefício deles, pelo bem deles, em favor deles, mas também no lugar deles.
Ele foi feito pecado pro nós (2 Coríntios 5.21) no sentido de que a culpa de nossos pecados foi contata como se fosse Dele. A ideia de substituição também é comunicada com a da morte vicária (Mateus 20.28; Filemon 13; 2 Coríntios 5.21; 1 Pedro 3.18; Romanos 5.6-8; 8.32; Gálatas 3.13; 1 Timóteo 2.5-6).
A MORTE DE CRISTO FOI UMA REDENÇÃO: Com isso nós queremos dizer que Cristo pagou com Sua morte o preço de nossos pecados e nos deu completa liberdade das consequências dos mesmos. Três palavras principalmente se traduzem por redenção no Novo Testamento e ampliam o significado do que Cristo fez por nós em Sua morte: (1) AGORAZO = Que significa pagar o preço do resgate - (1 Pedro 2.21); (2) EXAGORAZO = Tirar do mercado de escravos (Gálatas 3.13-14) e (3) LUTROO = Dar completa liberdade.
A MORTE DE CRISTO FOI UMA RECONCILIAÇÃO: Como isto nós queremos dizer que através da morte de Cristo o estado de inimizade entre Deus e o homem foi mudado para amizade (2 Coríntios 5.17-21; Romanos 5.6-11; Efésios 2.16; Colossenses 1.220-22).
A MORTE DE CRISTO É UMA PROPICIAÇÃO: Por meio de Sua morte na cruz, o Senhor Jesus Cristo satisfez as exigências da justiça divina (1 João 2.2; Romanos 3.25).
A EXPIAÇÃO LIMITADA: Três destes quatro termos para a morte de cristo também são importantes porque são básicos para a doutrina da redenção.
Arminianos e Calvinistas (reformados) têm discutido se Cristo morreu somente para salvar aos eleitos ou a todos. Os Arminianos defendem que a Bíblia ensina que Cristo morreu por todos, mas que somente se beneficiam de Sua morte os que creem (1 Timóteo 4.10; 1 João 2.2).
A redenção foi por todos, inclusive pelos falsos mestres (2 Pedro 2.1); a reconciliação foi por todo o mundo (2 Coríntios 5.19); a propiciação foi por todo o mundo (1 João 2.2, onde mundo significa todos os não-salvos; 1 João 2.15-17).
Segundo eles, a evidência indireta dos benefícios da morte de Cristo vem de Romanos 5.6: Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Se Cristo morreu somente pelos eleitos, então, somente os escolhidos eram ímpios.
A posição reforma sobre a questão é resumida na Bíblia de Genebra: O nome [expiação limitada] é, potencialmente, enganoso, pois ele parece sugerir que os reformadores desejam de alguma forma limitar o valor da morte de Cristo. Não é o caso. O valor da morte de Cristo é infinito. A questão é saber qual é o propósito da morte de Cristo e o que Ele realizou com ela.
Cristo pretendia fazer da salvação algo não mais que possível? Ou Ele realmente salvou aqueles por quem Ele morreu?
A teologia reformada acentua que Jesus realmente fez propiciação pelos pecados daqueles a quem o Pai escolhera. Ele realmente aplacou a ira de Deus para com Seu povo, assumindo sua culpa sobre Si mesmo, redimindo-os verdadeiramente e reconciliando verdadeiramente aquelas pessoas específicas com Deus. Um nome melhor para expiação limitada seria redenção particular ou específica.
JESUS MORREU POR TODOS OS HOMENS; PORTANTO TODOS MERECEM A SALVAÇÃO: BASTA APENAS CRER NO SACRIFÍCIO VICÁRIO DE JESUS CRISTO!!! Maurílio Souza...

SEPTUAGÉSIMO NONO CAPITULO DO SEMINÁRIO PARA PASTORES E LIDERES DA COMUNIDADE CRISTÃ BELA AURORA E UBÁ!!!
Maurílio Souza...

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

SEPTUAGÉSIMA OITAVA LIÇÃO DO SEMINÁRIO E ENSINAMENTOS PARA OS SERVOS DE DEUS!!! CRISTOLOGIA A DOUTRINA DE CRISTO: POR MAURÍLIO SOUZA ESCRITOR E HISTORIADOR BÍBLICO...


EVIDÊNCIAS DE SUA HUMANIDADE PERFEITA:
Há diversas evidências de que Jesus era perfeitamente humano. Essas evidências geralmente se relacionam às limitações humanas, de maneira, sendo Jesus Deus, se não fosse também humano – realmente um homem perfeito – Ele não teria tais limitações. Tais limitações, então, nos mostram claramente que Ele era um homem perfeito. Vejamos:
Ele tinha um intelecto humano. Sua sabedoria cresceu humanamente (Lucas 2.40, 52). Ele tinha emoções humanas como amor (Mateus 9.36; João 11.36), tristeza e choro (João 11.35; Mateus 26.38). Ele tinha vontade humana, pois desejou não morrer (Mateus 26.39) e obedientemente determinou ir a Jerusalém para sofrer (Lucas 9.51). 

Ele tinha um corpo humano. Ele nasceu fisicamente (Mateus 1.18; Lucas 2.7) e se desenvolveu como os humanos (Lucas 7.40, 52), além de ter necessidades humanas como: Fome de alimento (Mateus 4.2), sede de bebida (João 19.28) e sono (João 4.6), cansaço (João 4.6).
Ele enfrentou as tentações como os humanos (Hebreus 4.15). Ele é chamado de homem (humano) por si mesmo (Lucas 19.10) e pelos outros (1 Timóteo 2.5)...
SUA GENEALOGIA:
O testemunho adicional da humanidade do Senhor Jesus é proporcionado por Suas genealogias. Uma aparece em Mateus 1.1-17 e a outra em Lucas 3.23-38.
As genealogias são distintas em vários detalhes. Por um lado, a de Mateus tem 41 nomes, vai até Abraão e está dividida propositalmente em três seções de 14 nomes cada uma. Tem como propósito sublinhar a identificação de Jesus como Filho de Davi. O nome Davi é repetido duas vezes e é o único que é chamado de rei. Além disso, os números em hebraico eram escritos com letras e as que formam o número 14 são as que formam o nome Davi.
Tal arranjo está em harmonia com o propósito de Mateus, que é o de apresentar Jesus como o Rei de Israel. O artifício no arranjo da genealogia não é exclusiva de Mateus, mas sim algo comum nas genealogias bíblicas, onde sob a inspiração do Espírito Santo os escritores escolhem aos ascendentes mais representativos da linhagem. Por outro lado, a genealogia de Lucas tem 74 nomes e vai até Adão.
A encarnação trouxe uma ‘mudança’ permanente na segunda pessoa da Trindade já que Jesus Cristo nunca deixou de ser Deus e Homem ao mesmo tempo. Evidência para isto se encontra no fato de que (1) ressuscitou fisicamente (Mateus 28.9; João 20.17, etc.); (2) Ascendeu aos céus fisicamente (Atos 1.11); (3) Está no céu com um corpo visível (Atos 7.56; Atos 1.3); (4) Voltará a reinar fisicamente (Mateus 26.64; Marcos 14.62; Lucas 22.69-70); (5) Sua função mediadora depende de Sua humanidade (1 Timóteo 2.5). 
SEU ESVAZIAMENTO:

Quando nós lemos Filipenses 2.6-7, nós nos deparamos com a declaração de que Cristo a Si mesmo se ‘esvaziou’. Muitos mal entendidos têm surgido a partir do significado desta palavra. Alguns têm dito que no momento da encarnação, o Logos abandonou todos Seus atributos divinos; outros, que Ele abandonou apenas os atributos relativos, como onisciência, onipotência e onipresença; outros, Que o Logos renunciou ao uso de Seus atributos divinos; e ainda outros, que o Logos atuou como se não possuísse atributos divinos.

Esta discussão, geralmente, leva o título de a doutrina da kenosis. A palavra kenosis é um termo que entrou na discussão teológica de Filipenses 2.6-7, onde o verbo grego é ekenosis, e significa esvaziou. A kenosis (substantivo), então, se tornou o termo técnico referente à humilhação do Filho de Deus na encarnação. Porém, nos últimos anos, a palavra tem adquirido um sentido ainda mais técnico, ou seja, que se refere ao auto esvaziamento do Filho de Deus de certos atributos, especialmente a Sua onisciência.

A questão teológica parece que nunca esteve presente nas discussões cristãs na era apostólica inicial e, com certeza, nunca foi um tema que Paulo precisou defender em suas cartas. Em Filipenses 2.7, o único esvaziamento mencionado, se refere ao fato de que o Filho de Deus assumiu a forma de servo e foi reconhecido em figura humana.

O esvaziamento de Cristo não deve ser visto como um abandono ou despojamento de Sua glória divina, mas apenas uma espécie de ocultação da manifestação exterior de Sua plena glória. Por exemplo, a onisciência de Cristo – um atributo divino – nunca foi usada em plenitude durante o Seu ministério terreno. Embora seja óbvio no NT que o conhecimento de Cristo era superior aos dos outros homens (por exemplo, João 2.24), algumas passagens implicam uma limitação deste conhecimento.

Assim, em Seu estado de humilhação, antes da ressurreição, Ele realmente não conhecia o dia exato de Sua segunda vinda (Mateus 24.36; Marcos 13.32). Além disso, Ele se admirava (Mateus 8.10), podia ser realmente tentado (Hebreus 4.15) e possuía fé (Hebreus 12.2). Também se diz que Ele aprendeu, algo desnecessário para quem era onisciente (Lucas 2.52; Hebreus 5.8).

Ainda que cristãos verdadeiros possam discordar sobre o que realmente significa a kenosis de Cristo, nós entendemos que o ponto de vista sobre o despojamento ou esvaziamento do Senhor, que não fere a doutrina de Cristo tal como é ensinada na Bíblia, deve reconhecer que na Sua encarnação: Cristo velou ou encobriu a Sua plena glória (João 17.5), porém, não se despojou dela (João 1.17; 18.6); Cristo tomou uma natureza sujeita a limitações; Cristo agiu na dependência do Espírito Santo (Mateus 12.28; Lucas 4.14-18).

Uma forma adequada de resumir as implicações do esvaziamento é dizer que na encarnação Cristo se limitou voluntária e temporariamente no exercício de alguns dos atributos divinos. Uma das razões prováveis foi para que Suas exigências de obediência e serviço a Deus pudessem ser imitadas por Seus discípulos, pois, como poderíamos fazer as mesmas obras que Ele fez (João 14.12) se Ele as tivesse feito apenas como Deus e não como homem no poder do Espírito? O fato de Ele depender do Espírito Santo e não de Seus atributos inerentes nos ensina e nos encoraja a seguirmos os Seus passos em todas as questões da vida e do ministério.

SUA IMPECABILIDADE:

Quando nós falamos da impecabilidade de Cristo, nós queremos dizer que o Senhor Jesus Cristo não podia pecar. Isto é mais do que dizer que o Senhor não pode pecar. Precisamos diferenciar entre o poder não pecar e o não poder pecar. Deus não pode pecar (2 Timóteo 2.13) nem pode ser tentado (Tiago 1.13). O homem pode pecar e pode ser tentado. Devido à perfeita união das duas naturezas, o Senhor Jesus Cristo era tentável, mas não pecável.

Assim, a tentação que o Senhor Jesus experimentou foi distinta da que nós experimentamos. Nós somos tentados internamente (Tiago 1.13-15) e externamente (1 Coríntios 7.5). A tentação externa vem por meio de Satanás e a interna de nossa própria natureza pecadora.

O Senhor Jesus não tinha esta natureza pecadora (Lucas 1.35; Mateus 1.20; Hebreus 4.15), portanto, só foi tentado externamente. Por um lado, as tentações que nós experimentamos são dosadas por Deus (1 Coríntios 10.13), para que elas não nos destruam. Mas, por outro, as tentações que o Senhor Jesus experimentou caíram sobre Ele com toda a força do inimigo (Mateus 4.1-12).

A doutrina da impecabilidade de Cristo geralmente é rejeita pelo argumento de que, se o senhor não podia pecar, a tentação foi uma farsa. O testemunho bíblico, porém, está contra esta suposição.

Jesus Cristo experimentou a tentação com a intensidade da angústia que o fez suar sangue (Lucas 22.44). O Getsêmani é a melhor evidência da realidade da tentação do Senhor. Ali nós O vemos entre o que era Seu desejo e o que era a Sua vontade. Seu desejo foi evitar a cruz por causa da separação com o Pai. A sua vontade era fazer a vontade do Pai.

Evidências adicionais para a impecabilidade do Senhor aparecem em Atos 2.18; 4.15; 9.28; 2 Coríntios 5.21; 1 Pedro 2.22; João 8.46; 19.4). Além disso, a evidência teológica para a impecabilidade vem da verdadeira divindade de Cristo e o atributo da imutabilidade (Atos 1.12; 13.8).

SEPTUAGÉSIMO OITAVO CAPITULO DO SEMINÁRIO PARA PASTORES E LIDERES DA COMUNIDADE CRISTÃ BELA AURORA E UBÁ!!!

Maurílio Souza...


SEPTUAGÉSIMA SETIMA LIÇÃO DO SEMINÁRIO E ENSINAMENTOS PARA OS SERVOS DE DEUS!!! CRISTOLOGIA A DOUTRINA DE CRISTO: POR MAURÍLIO SOUZA ESCRITOR E HISTORIADOR BÍBLICO...


O DESENVOLVIMENTO DE JESUS CRISTO:

O nascimento do Senhor Jesus Cristo foi seguido por anos de crescimento e desenvolvimento normal. Lucas 2.52 - Diz que: Crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens. Aqui são mencionados quatro aspectos de Seu desenvolvimento.

Em primeiro lugar, seu desenvolvimento intelectual. Sabedoria se refere a algo mais do que aquilo que é meramente mental. No AT a sabedoria envolvia a mente, o discernimento, e o domínio próprio. Portanto, o caráter do Senhor estava sendo formado conforme os anos se passavam. É interessante notar que sabedoria vem antes de estatura, como querendo chamar a atenção às prioridades que o Senhor seguiu em Seu desenvolvimento.

Em segundo lugar, o Senhor crescia fisicamente: estatura. Já que o Senhor não possuía uma natureza pecaminosa, Seu corpo estaria isento de muitas taras que nós temos por herança da natureza pecaminosa. Fisicamente o Senhor seria são e forte.

Em terceiro lugar, houve um desenvolvimento espiritual: Graça diante de Deus. Desde muito cedo o Senhor Jesus desenvolveu intimidade com Seu Pai, aplicando-se sem dúvida ao estudo de Sua Palavra com dedicação especial.

Em quarto lugar, houve um desenvolvimento social: e dos homens. A personalidade santa e pura do Senhor Jesus Cristo, Sua inteligência clara e perceptiva, Sua simpatia inerente, o tornaria muito atrativo desde pequeno, enquanto crescia no seio de um lar com seus pais e irmãos (Marcos 6.1-6).

OS HUMANOS DE JESUS CRISTO:

A Bíblia deixa claro que o Senhor Jesus Cristo não só teve corpo humano, o qual foi visto e apalpado pelas pessoas - (1 João 1.1), mas também teve alma e espírito humanos. Veja, por exemplo, estas referências: Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo... (Mateus 26.38). Então, Jesus clamou em alta voz: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!!! E, dito isto, expirou. - (Lucas 23.46).

Ditas estas coisas, angustiou-se Jesus em espírito e afirmou: Em verdade, em verdade vos digo que um dentre vós me trairá. -(João 13.21). Como temos visto, Jesus não somente tomou um corpo humano, mas sim que se fez homem completo na encarnação, porém, sem pecado, como cuidadosamente Paulo destaca:

Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado - (Romanos 8.3). Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus - (2 Coríntios 8.3).

Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado - (Hebreus 4.15).

SEPTUAGÉSIMO SÉTIMO CAPITULO DO SEMINÁRIO PARA PASTORES E LIDERES DA COMUNIDADE CRISTÃ BELA AURORA E UBÁ!!!
Maurílio Souza...


segunda-feira, 23 de setembro de 2019

A PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS: Mateus 25: 1 a 13 – ler na bíblia. POR MAURÍLIO SOUZA ESCRITOR E HISTORIADOR BÍBLICO!!!


E saindo elas para comprar o óleo, chegou o noivo. As virgens que estavam preparadas entraram com ele para o banquete nupcial. E a porta foi fechada. Mais tarde vieram também as outras e disseram: Senhor!!! Senhor: Abra a porta para nós!!! Mas ele respondeu: A verdade é que não as conheço!!! (Mt 25:10 a 12)...
O propósito desta mensagem é reafirmar a necessidade que temos de estar atentos e vigilantes quanto ao tempo do agir de Deus, e também do agir, comportamento e a motivação de nossas vidas. PORQUE ESTAMOS NA IGREJA
A parábola das Dez Virgens contada por Jesus mostra a diferença entre os verdadeiros crentes e os cristãos nominais, enfatizando a chamada à vigilância para a iminente vinda do Senhor Jesus para arrebatar sua Igreja fiel na terra. Parábola é a narração de uma estória com o fim de ensinar ou ilustrar verdades morais e espirituais.

VAMOS EXAMINÁ-LA: 1 - v.1 - O reino dos céus será semelhante a dez virgens. O salvo é participante do reino dos céus e o será do reino de Deus na terra. Em 2 Tm. 2:10 a 12, temos que a Igreja vai reinar com Cristo: Esta palavra é digna de confiança:... se perseveramos, com ele também reinaremos... Em Ap. 5:10, fala que no reino Cristo seremos reis e sacerdotes: E para o nosso Deus os constituiu reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra. GOVERNADORES E INTERCESSORES!!!

Em Ap.20:4 e 6, lemos que a Igreja triunfante reinará com Cristo no Milênio... Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus,... e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos... Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição;... serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com Ele os mil anos.

Após o Juízo Final, nosso reinado com Cristo será eterno: Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos. (Ap. 22:5).

2- v.1-b: A Dez virgens que pegaram suas candeias e saíram para encontrar-se com o noivo. Naquele tempo e cultura, era costume a noiva no dia do seu casamento, ao sair para encontrar-se com o noivo, se fazer acompanhar de dez damas virgens, com suas lâmpadas acesas. Aliás, o culto na sinagoga não se realizava se não houvesse pelo menos dez pessoas, assim como outros atos.

Estas Virgens deviam ser moças irrepreensíveis. Era a figura do crente cuja vida interior e exterior estava sem mancha nenhuma. O apóstolo Paulo retrata este tipo de amor aos crentes de Corinto em sua 2ª. Carta (2 Co. 11:2): O zelo que tenho por vocês é um zelo que vem de Deus. Eu os prometi a um único marido, Cristo, querendo apresentá-los a ele como uma virgem pura.

3 - V. 2: Cinco delas eram insensatas... Insensatas quer dizer ignorantes, desmazeladas, loucas, irresponsáveis. Isto nos leva a pensar que devemos ter nossas próprias experiências com Deus e buscarmos nEle o suprimento que precisamos para não andar com muletas alheias!!! Não é suficiente apenas estar junto a Cristo, mas sim com e em Cristo.

4 - V.2-b: cinco eram prudentes. A prudência é sinal de sabedoria! Em Pv.9:9 e 10 lemos: Instrua o homem sábio, e ele será ainda mais sábio;... O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo é entendimento.

5 - V. 3: As insensatas pegaram suas candeias, mas não levaram óleo. Azeite na bíblia é símbolo do Espírito Santo que sustenta a chama da fé, a luz do amor, o conhecimento da Palavra de Deus, a esperança, o amor, o zelo, a paciência, a firmeza em nossa vida.

Jesus foi ungido por Deus: Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e poder, e como ele andou por toda parte fazendo o bem e curando todos os oprimidos pelo Diabo, porque Deus estava com ele.

(At. 10:38). Jeú é ungido rei de Israel: o profeta Eliseu chamou um dos discípulos dos profetas e lhe disse: Procure Jeú, filho de Josafá e neto de Ninsi. Dirija-se a ele e leve-o para uma sala, longe dos seus companheiros. Depois pegue o frasco, derrame o óleo sobre a cabeça dele e declare: Assim diz o SENHOR: Eu o estou ungindo rei sobre Israel...

6 - Vs.3 e 4: Candeias ou Lâmpadas. Os discípulos são chamados de luz do mundo e nós também o somos. São palavras de Jesus: Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte. E, também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Ao contrário, coloca-a no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa.

Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus. (Mt. 5:14 a 16). Paulo disse aos filipenses: Façam tudo sem queixas nem discussões, para que venham a tornar-se puros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e depravada, na qual vocês brilham como estrelas no universo, retendo firmemente a palavra da vida. (Fp. 2:14 e 15).

A Igreja é o candeeiro do Senhor: Este é o mistério das sete estrelas que você viu em minha mão direita e dos sete candelabros: As sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candelabros são as sete igrejas. (Ap. 1:20)..

7 - V. 4: As prudentes, porém, levaram óleo em vasilhas, junto com suas candeias. As dez lâmpadas estavam acesas e assim continuaram. As prudentes representam os crentes que têm azeite de reserva, que buscam experiências novas e mais profundas com Deus para a hora de provação. Devemos buscar o enchimento com o Espírito Santo: Não se embriaguem com vinho, que leva à libertinagem, mas deixem-se encher pelo Espírito, falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor. (Ef. 5:18 e 19).

No dia do Pentecoste, todos os que buscavam a Deus foram cheios do Espírito Santo: Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas , conforme o Espírito os capacitava. (At. 2:4). Pedro, cheio do Espírito Santo, deu seu testemunho diante do Sinédrio: (At. 4:8).

A Igreja reunida em oração foi cheia do Espírito Santo quando intercedia pelos irmãos perseguidos e presos: Depois de orarem, tremeu o lugar em que estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e anunciavam corajosamente a palavra de Deus. (At. 4:31). Estevão foi levado a julgamento diante do Sinédrio porque estava pregando o Evangelho e Deus fazia maravilhas por intermédio dele: Mas Estevão, cheio do Espírito Santo, levantou os olhos para o céu e viu a glória de Deus, e Jesus em pé, à direita de Deus. (At. 7:55).

8 - V.5: O noivo demorou a chegar. Provamos nossa fidelidade com nossa perseverança e fé. Sua vinda não era para ser imediata, mas de repente. O dia da vinda do Noivo, Jesus, não nos é revelado para que cada dia seja para nós da maior importância. Na parábola dos talentos, Jesus falou a respeito de demora: Depois de muito tempo o senhor daqueles servos voltou e acertou contas com eles. (Mt. 25:19).

9 - V.5-b: E todas (as virgens) ficaram com sono e adormeceram. As damas de companhia da noiva adormeceram, talvez pelo cansaço de esperar a vinda do noivo. Este adormecer para nós significa os demais afazeres do cotidiano que nos envolvem; mas devemos estar preparados e atentos.

10 - V.6: À meia-noite, ouviu-se um grito: O noivo se aproxima: Saiam para encontrá-lo. Apesar de Cristo parecer estar tardando, Ele virá buscar a Igreja, a Noiva, no tempo do Pai!!!

11 - V.8: As (virgens) insensatas disseram às prudentes: Dêem-nos um pouco do seu óleo, pois as nossas candeias estão se apagando. É a atitude dos que desprezam a vida piedosa, humilde, contrita e cheia do Espírito Santo. Todas eram virgens, damas de honra da noiva, iam para o mesmo lugar, esperavam o noivo, levavam lâmpadas acesas, mas, à meia-noite, descobriu-se a grande diferença: faltava o azeite nas vasilhas. Vida de superficialidade!!!

12 - V.9: Elas responderam: Não, pois pode ser que não haja o suficiente para nós e para vocês. Vão comprar óleo para vocês. Não podemos tomar emprestado a bênção ou a abundante graça de um irmão, nem dar vida espiritual ao próximo: É só Jesus, pelo Seu Espírito!!!

13 - V.10: Vão comprar óleo para vocês. E saindo elas para comprar o óleo, chegou o noivo. Deus convida a buscar nEle o suprimento que precisamos. Venham, todos vocês que estão com sede, venham às águas; e vocês que não possuem dinheiro algum, venham, comprem e comam! Venham, comprem vinho e leite sem dinheiro e sem custo. (Is.55:1).


14 - V.10-b: As virgens que estavam preparadas entraram com ele para o banquete nupcial. Faz-nos pensar sobre a entrada do povo de Deus alegre e feliz, vigilante e atento, perseverante e constante para a glória e gozo do Senhor. Em Ap. 19:9 encontramos: E o anjo me disse: Escreva: Felizes os convidados para o banquete do casamento do Cordeiro!!! E acrescentou: Estas são as palavras verdadeiras de Deus.

15 - V.10-c: E a porta foi fechada. A hora da oportunidade é hoje e agora!!! Amanhã pode ser muito tarde; hoje Cristo o quer libertar!!! depois de sua queda no pecado da desobediência: Por isso o SENHOR Deus os mandou embora do jardim do Éden para cultivar o solo do qual fora tirado. Depois de expulsar o homem, colocou a leste do jardim do Éden querubins e uma espada flamejante que se movia, guardando o caminho para a árvore da vida. (Gn.3:23 e 24).

Noé e sua família entraram na Arca, símbolo da salvação e o Senhor fechou a porta por fora: Então o SENHOR disse a Noé: Entre na arca, você e toda a sua família. Então o SENHOR fechou a porta...

16 - V.11: Mais tarde vieram também as outras (insensatas) e disseram: Senhor! Senhor! Abra a porta para nós!!! Fechada à porta da oportunidade, não existe o jeitinho brasileiro de quebrar o galho, nem estágio intermediário, e nem reencarnação. É a figura dos crentes relaxados que não dão o devido valor à comunhão com Deus na leitura da Palavra, na oração e no testemunho de Jesus. Acham que, no último momento, vão ler a bíblia e orar para conseguir o azeite. A teologia de Paulo é clara e definida: E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo. (Rm. 8:9).

Amados, o momento de nosso encontro com Jesus está muito próximo; mais do que pensamos - seja pela nossa morte ou pelo arrebatamento da Igreja. Como está a reserva do azeite (Espírito Santo) em sua vida? Você está preparado para o encontro com Jesus, o Noivo?

A oportunidade de nos prepararmos é hoje e agora!!! Deus te abençoe... Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Isaías 55:6.
Maurílio Souza.